
Descomissionamento offshore: encerrando ciclos com responsabilidade
O último capítulo de um ciclo na indústria de energia
O descomissionamento é a etapa final do ciclo de vida de uma atividade de produção de petróleo e gás. Mais do que o encerramento das operações, esse processo representa um compromisso com a segurança, o meio ambiente e com a sociedade.
Na Shell, o descomissionamento é conduzido com rigor técnico e foco em segurança, garantindo que cada etapa seja realizada de forma responsável, transparente e sustentável até o último momento da operação.

O que é descomissionamento?
O descomissionamento envolve a remoção segura de equipamentos e tubulações submarinas e o selamento definitivo dos poços, assegurando que não haja riscos futuros ao meio ambiente ou às pessoas.
Esse processo inclui:
- Desconexão e limpeza de sistemas submarinos
- Remoção de estruturas e equipamentos
- Selagem definitiva dos poços
- Destinação adequada e reciclagem de materiais
Todas as atividades seguem padrões regulatórios rigorosos e as melhores práticas da indústria.
Encerramento com inovação e sustentabilidade

Os campos de Bijupirá e Salema, localizados na Bacia de Campos (RJ), a aproximadamente 140 km da cidade de Macaé (RJ), foram pioneiros na produção offshore em águas profundas no Brasil e marcaram o início da atuação da Shell como operadora no país.
Descobertos nos anos 1990 e operados pela Shell a partir de 2003, representaram um marco na indústria ao longo de quase duas décadas de operação.
Além dos resultados operacionais, a atuação nos campos também impulsionou iniciativas socioambientais, com projetos voltados à, segurança, conservação marinha, educação ambiental e ao fortalecimento de comunidades pesqueiras e quilombolas.
Principais ações do projeto:
Esse processo permite o reaproveitamento de até 52 mil toneladas de materiais, especialmente aço naval, contribuindo para a redução da geração de resíduos e emissões atmosféricas.
Leia a transcrição
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1.200.18 - SHELL_DESCOMISSIONAMENTO_BJSA_COMUNIDADES_BASE LIMPA FINAL 10DEZ25
Duração: 3’17’’
Descrição: Vídeo documentando os principais pontos da trajetória do FPSO nos Campos de Bipupirá e Salema e o processo de Descomissionamento da operação.
1.200.18 - SHELL_DESCOMISSIONAMENTO_BJSA_COMUNIDADES_BASE LIMPA FINAL 10DEZ25
(Música inspiradora)
Surge na tela a logo da Shell sobre um fundo branco. A logo se abre em efeito de janela, mostrando o sol nascendo sobre o Oceano Atlântico.
Corta com efeito de fusão para imagem do Oceano, com o sol nascente, agora, mais alto. Vindo do horizonte, um helicóptero se aproxima, visto em contraluz.
Corta com efeito de fusão para a imagem do Oceano. O mar está calmo e o sol está ainda mais alto no céu. Surgem na tela as palavras: “Bijupirá e Salema”.
Voz feminina, em off:
“À medida que o sol nasce sobre o Atlântico Sul, a Bacia de Campos desperta para mais um dia. A cerca de 140 quilômetros da costa de Macaé,
município do estado do Rio de Janeiro, repousam os campos de Bijupirá e Salema”.
Corta com efeito de fusão. Agora a câmera mostra o mar e o céu azul, mergulhando em seguida no Oceano. Surgem na tela as palavras: “870 metros”.
Corta para sequência de imagens em cortes rápidos, mostrando os diagramas de uma embarcação do tipo FPSO.
Voz feminina, em off:
“Ali, em profundidades que chegam a 870 metros, um projeto desafiou os limites da engenharia offshore da época”.
Corta para sequência de imagens aéreas do FPSO Fluminense, em alto-mar. Surgem na tela as palavras: “FPSO Fluminense”. Na sequência, surge um grafismo com a logo da Shell emoldurando a embarcação.
Corta para sequência de imagens de uma operadora e de um operador, usando macacão e equipamentos de proteção com o emblema da Shell, andando pela plataforma do FPSO Fluminense.
Corta para sequência de imagens de operadores na sala de comando do FPSO.
Voz feminina, em off:
“No centro dessa operação, estava o navio-plataforma conhecido como FPSO Fluminense. Instalado em 2003, ele cumpriu, por quase duas décadas, um papel importante no avanço da produção de óleo e gás em águas profundas no Brasil. Dos reservatórios de Bijupirá e Salema, vieram volumes expressivos de energia”.
Corta com efeito de flash para sequência de imagens de operadores trabalhando no convés do FPSO. Surgem na tela as palavras: “81.000 barris”.
Corta com efeito de flash para sequência de imagens das instalações da plataforma. Surgem na tela as palavras: “24,3 milhões de m3 de gás”.
Corta com efeito de flash para sequência de imagens de operadores correndo pelas escadas e em seguida vestindo seus equipamentos de proteção.
Corta para sequência de imagens de operadores trabalhando na plataforma. Surgem na tela as palavras: “71.500 barris”.
Corta para imagem aérea do FPSO Fluminense em alto-mar.
Corta para imagem de dois operadores se cumprimentando, com um close do aperto de mãos.
Corta para sequência de imagens em cortes rápidos, de diversos operadores em plano fechado, cada um deles trabalhando no FPSO.
Corte para imagem de uma operadora que avança em uma passarela no convés da embarcação. Surgem na tela as palavras: “140 milhões de barris”.
Voz feminina, em off:
“Com capacidade para processar até 81 mil barris de petróleo e 2,4 milhões de metros cúbicos de gás por dia. O sistema atingiu seu auge de produção em 2004: 71.500 barris de óleo equivalente por dia. Ao longo da operação, foram mais de 140 milhões de barris produzidos.”
Corte para imagem em plano fechado de um operador no convés do navio, batendo palmas.
Corta para imagem aérea do FPSO Fluminense, em alto-mar.
Corta para sequência de imagens de operadores, controlando válvulas nas instalações do FPSO Fluminense.
Corta para imagem aérea da embarcação. Surgem na tela, a palavras: “Produção encerrada em 2021”.
Voz feminina, em off:
“Com o passar dos anos, a produção entrou em declínio natural e foi encerrada em 2021”.
Corta para sequência de imagens de operadores trabalhando no FPSO Fluminense.
Corta para imagem aérea do navio no mar. Surge na tela, a palavra: “Descomissionamento”.
Voz feminina, em off:
“Em 2021, teve início uma nova etapa: o descomissionamento.”
Corta para sequência de imagens de operadores, em uma sala do FPSO, em uma reunião.
Corta para imagem de um homem, em contraluz, em uma cabine do navio, olhando para o mar.
Corta para sequência de imagens em mosaico, mostrando os operadores trabalhando no FPSO Fluminense, na retirada de um equipamento submarino até a superfície. Surgem na tela, as palavras: “Desconexão segura dos equipamentos”.
Corta para sequência de imagens em mosaico, mostrando imagens de operadores monitorando equipamentos por meio de telas de computador. Surgem na tela, as palavras: “Selagem e retirada definitiva de poços”.
Voz feminina, em off:
“Descomissionar é encerrar um ciclo, e isso requer responsabilidade.
Envolve a desconexão e retirada segura dos equipamentos e a selagem definitiva dos poços.”
Corta para sequência de imagens de operadores reunidos em uma sala, para receber orientações.
Corta para sequência de imagens de operadores trabalhando na estrutura da plataforma, presos por equipamentos de segurança, com o mar ao fundo.
Corta para imagem do convés do navio.
Corta com imagem aérea, com movimento em 360 graus, mostrando o FPSO em alto-mar.
Corta para sequência de mosaicos de fotos da operação de reboque do FPSO. Surge na tela um grafismo com o formato da logo da Shell. Em um dos mosaicos, surge uma imagem em vídeo da embarcação em alto-mar.
Corta para imagem do mar visto pela escotilha de uma embarcação em movimento.
Corta para imagem da quilha de um navio cruzando o mar.
Voz feminina, em off:
“Tudo sob rigorosos protocolos ambientais. Em 6 de junho de 2024, foi iniciado o reboque do FPSO Fluminense para a sua última travessia fora
de águas brasileiras. Foram quase 90 dias e cerca de 10 mil quilômetros
até a Dinamarca, onde começou sua reciclagem”.
Corta para imagem aérea do estaleiro na Dinamarca.
Corta para imagem do FPSO Fluminense ancorado no estaleiro. Surge na tela, a palavra: “Reciclagem”.
Corta para mosaico de imagens do FPSO Fluminense.
Corta para imagem de um equipamento do navio sendo suspenso por cabos.
Corta para imagem em vista aérea do navio, com quatro operadores em pé, na plataforma, de braços cruzados.
Corta para imagem aérea vertical da embarcação.
Corta com efeito de flash para imagem noturna do convés iluminado. Surgem na tela, as palavras: “Menor impacto possível”.
Corta para imagem de uma operadora, vista de costas, andando pelas instalações do FPSO Fluminense.
Corta para imagem aérea do navio. Surgem na tela, as palavras: “Pioneirismo” e “Compromisso”.
Corta para imagem de uma passarela do navio, vista do rés do chão.
Corta para imagem em plano fechado de um operador, andando pela plataforma ao pôr-do-sol, visto em contraluz.
Corta para vista aérea vertical da plataforma, onde se vê uma pessoa andando pelo convés.
Corta para imagem fechada dos pés de dois operadores, andando por uma passarela da embarcação. Pela grade, se vê o mar abaixo deles.
Corta para imagem de quatro operadores andando pelo convés.
Corta para imagem aérea da embarcação.
Voz feminina, em off:
“Cada estrutura retirada, cada ação tomada, está seguindo um princípio:
causar o menor impacto possível. Mais do que encerrar uma operação, trata-se de garantir um fechamento responsável para uma história marcada
por pioneirismo e compromisso com a segurança energética. Ao longo de sua trajetória, os campos de Bijupirá e Salema foram mais do que fontes de energia.”
Corta para sequência de imagens de operadora da Shell, vista de costas, na plataforma, enquanto olha para o mar. Surgem na tela, as palavras: “Gerarador de valor”.
Corta para close em um tambor, com as palavras entalhadas: “Jongo Tamboré de Machadinha”.
Corta para imagem de homens e mulheres, negros e negras, tocando instrumentos de percussão e dançando.
Corta para imagem aérea de barcos de pesca no mar, vistos de longe.
Corta para grupo de pescadores vestindo macacões brancos e andando por uma praia, durante um treinamento para emergências.
Corta para imagens de operadores da Shell, em uma sala, durante uma sessão de treinamento.
Corta para sequência de imagens de comunidades na Bacia de Campos.
Corta para imagem de pescadores em uma traineira, vestindo coletes salva-vidas, trabalhando em uma simulação de emergência.
Corta para grupo de pescadores, reunidos em um pátio, vestindo macacões e equipamentos de proteção, enquanto erguem as mãos. Surgem na tela, as palavras: “Projeto Mar Atento”.
Corta para imagem dos pescadores na traineira, erguendo os braços.
Corta para imagem aérea vertical, de mulheres negras, em roda, dançando em um gramado. Surgem na tela, as palavras: “Projeto Quipea”.
Corta para sequência de imagens de mulheres negras, quilombolas, dançando.
Corta para imagem de uma pequena enseada com barcos de pesca.
Corta para imagens de pescadores, de macacão branco, recebendo treinamento de emergência na praia, trabalhando com peneiras de limpeza.
Corta para sequência de imagens de homens e mulheres, negros e negras, que dançam e assistem a dois homens negros que jogam capoeira.
Corta para imagem de homem negro, de colete salva-vidas e capacete, em um barco de pesca, tirando uma selfie com outros três homens ao fundo.
Corta para homem de macacão branco da Ocean Pact, visto de costas, conversando com pessoas que participam do treinamento de emergência.
Corta para imagem de mulheres negras reunidas, sorrindo para a câmera.
Corta para imagem de mulheres negras dançando.
Corta com efeito de flash, para imagem em plano fechado de um homem, numa cabine do FPSO Fluminense, visto na contraluz, tirando o capacete de proteção.
Corta para sequência de imagens aéreas do FPSO Fluminense ao pôr-do-sol.
Corta para sequência de imagens de operadores trabalhando nas cabines e no convés da embarcação, e de imagens das instalações do FPSO.
Corta para a imagem de um helicóptero decolando.
Corta para imagem aérea do FPSO Fluminense. Surgem na tela, as palavras: “Bijupirá e Salema. FPSO Fluminense. 2023-2024”.
Corte com efeito de fade-out. O navio desaparece, e fica na tela a imagem do Oceano Atlântico ao pôr-do-sol.
Voz feminina, em off:
“Foram também geradores de valor, não apenas econômico, mas social e ambiental. Os recursos gerados chegaram a estados, municípios e, sobretudo, a pessoas. Pescadores artesanais, comunidades Quilombolas, condicionantes do licenciamento ambiental conduzido pelo IBAMA,e iniciativas que, durante anos, receberam apoio e reconhecimento como parte viva dessa história. O ciclo chegou ao fim. Bijupirá e Salema foram os primeiros campos operados e descomissionados por uma empresa internacional no Brasil. Proporcionaram avanços e aprendizados que ajudaram a moldar uma era. Do início à conclusão, um projeto guiado por coragem, compromisso e visão. Bijupirá e Salema, e FPSO Fluminense: Pioneiros na chegada, exemplares na partida”.
Corte com efeito de janela, no formato da logo da Shell, para um fundo branco, onde surgem a logo da Shell e a legenda: “Energia que vem da gente”.
(Vinheta Sound of Shell)