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Pessoa em um palco segurando um troféu e sorrindo. Usa blazer branco com camisa escura e gravata. Ao fundo, há o logotipo da Shell em destaque e iluminação em tons quentes.

Histórico de Ganhadores

O Prêmio Shell de Teatro foi criado em 1988, para contemplar, todos os anos, os artistas e espetáculos de melhor desempenho nas temporadas teatrais do Rio de Janeiro e de São Paulo.

A cerimônia da 36ª edição aconteceu no dia 18 de março, no Teatro Paulo Autran – Sesc Pinheiros, em São Paulo.

Confira a lista de vencedores do 36º Prêmio Shell de Teatro

  • Dramaturgia: Mauricio Lima e Tainah Longras por “Vinte”

  • Direção: Camila Bauer por “Instinto”

  • Ator: Eduardo Moscovis por “Motociclista no Globo da Morte”

  • Atriz: Larissa Luz por “Torto Arado - o musical”

  • Cenário: Cachalote Mattos por “À Vinha d'Alhos”

  • Figurino: Ananda Almeida e Raphael Elias por “Negra Palavra - Poesia do Samba”

  • Iluminação: Marina Arthuzzi por “Velocidade”

  • Música: Muato pela direção musical de “Vinte”

  • Energia que vem da gente: Turma Ok – Por sua trajetória de mais de 60 anos enquanto lugar de acolhimento para pessoas LGBTQIAPN+, com apresentações artísticas e encontros sociais em forma de ações de resistência.

Vencedores pelo Júri de São Paulo

  • Dramaturgia: Silvia Gomez por “Lady Tempestade”

  • Direção: Rodrigo Portella por “(Um) ensaio sobre a cegueira”

  • Ator: Renato Livera por “Deserto”

  • Atriz: Sirlea Aleixo por “Furacão”

  • Cenário: Luh Maza por “Carne Viva”

  • Figurino: Eder Lopes por “Pai Contra Mãe ou Você Está Me Ouvindo?”

  • Iluminação: Dimitri Luppi e Wagner Antonio por "Filoctetes em Lemnos"

  • Música: Clara Potiguara pela trilha original de “Tybyra – Uma Tragédia Indígena Brasileira”

  • Energia que vem da gente: Leda Maria Martins - Por sua pesquisa, influência e orientação artística, que unem produção de conhecimento e compromisso social na valorização das performances afro-diaspóricas tradicionais e contemporâneas.

Destaque Nacional 

  • AKOKO LATI WA NI - Tempo de Ser, da Cia Única de Teatro, de Feira de Santana, Bahia.

HOMENAGEM DO ANO

  • Zezé Motta.

O júri do Rio de Janeiro era formado por:

  • Bia Radunsky (gestora e curadora de projetos culturais)

  • Biza Vianna (figurinista, diretora de arte e produtora cultural)

  • Daniele Ávila (artista de teatro, crítica e curadora)

  • Leandro Santanna (produtor cultural, gestor público e ator)

  • Paulo Mattos (curador e produtor cultural)

O júri de São Paulo era formado por:

  • Gabriela Mellão (autora, diretora e jornalista teatral)

  • Ferdinando Martins (Professor e crítico de arte)

  • Lucelia Sergio (atriz, diretora e dramaturga)

  • Maria Luisa Barsanelli (jornalista)

  • Sergio Oliveira (curador, produtor e gestor cultural)

O júri responsável pela categoria “Destaque Nacional” era formado por:

  • Dane de Jade (atriz, pesquisadora e gestora cultural)

  • Giovana Soar (atriz, diretora, tradutora e curadora)

  • Guilherme Diniz (pesquisador, crítico cultural e professor)

  • Marcio Meirelles (encenador, dramaturgo e gestor cultu

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