{"organism":"Page","children":[{"organism":"Container.Raw","children":[{"organism":"Metadata","model":{"title":"Produção","text":"\u003Cp\u003EConheça os ativos operados pela Shell e parceiros\u003C/p\u003E\r\n\r\n\r\n\r\n\r\n\r\n\r\n\r\n\r\n\r\n\r\n\r\n\r\n","links":[{"name":"Produção","value":"https://www.shell.com.br/sobre-a-shell/nossos-negocios/producao.html"}],"image":{"src":"https://www.shell.com.br/about-us/portfolio-and-projects/production/_jcr_content/root/metadata.shellimg.jpeg/1710496528258/two-ships.jpeg","alt":"Dois navios vistos de cima, navegando em alto mar.","width":1695,"height":960}},"id":"/content/shell/countries/brazil/pt_br/about-us/portfolio-and-projects/production/jcr_content/root/metadata"},{"organism":"ContentOwner","model":{},"id":"/content/shell/countries/brazil/pt_br/about-us/portfolio-and-projects/production/jcr_content/root/contentowner"},{"organism":"Container.Header","children":[{"organism":"Container.Raw","ref":"https://www.shell.com.br/_jcr_content/root/header/inherited.model.json","id":"/content/shell/countries/brazil/pt_br/about-us/portfolio-and-projects/production/jcr_content/root/header/inherited","model":{}},{"organism":"Breadcrumb","model":{"links":[{"name":"Página inicial","value":"https://www.shell.com.br/"},{"name":"Sobre a Shell","value":"https://www.shell.com.br/sobre-a-shell.html"},{"name":"Nossos Negócios","value":"https://www.shell.com.br/sobre-a-shell/nossos-negocios.html"},{"name":"Produção","value":"https://www.shell.com.br/sobre-a-shell/nossos-negocios/producao.html"}]},"id":"/content/shell/countries/brazil/pt_br/about-us/portfolio-and-projects/production/jcr_content/root/header/breadcrumb"}],"id":"/content/shell/countries/brazil/pt_br/about-us/portfolio-and-projects/production/jcr_content/root/header","model":{}},{"organism":"Container.Main","children":[{"organism":"Container.Section","children":[{"organism":"PageHeader","color":"inherited","model":{"title":"Produção","image":{"src":"https://www.shell.com.br/about-us/portfolio-and-projects/production/_jcr_content/root/main/section/page-header.shellimg.jpeg/1710496541326/two-ships.jpeg","alt":"Dois navios vistos de cima, navegando em alto mar.","width":3840,"height":960}},"id":"/content/shell/countries/brazil/pt_br/about-us/portfolio-and-projects/production/jcr_content/root/main/section/page-header"},{"organism":"PromoSimple.Text","color":"inherited","id":"/content/shell/countries/brazil/pt_br/about-us/portfolio-and-projects/production/jcr_content/root/main/section/text","model":{"text":"\u003Ch3 style=\"font-family: type-font , Arial , Roboto , Helvetica , sans-serif; line-height: 1.5; color: rgb(64,64,64);\"\u003EAtivos Operados Pela Shell:\u003C/h3\u003E\r\n\u003Cp style=\"line-height: 1.5; color: rgb(64,64,64); font-family: Arial , Roboto , Helvetica , sans-serif; font-size: 14.0px;\"\u003E\u003Cb\u003EBijupirá e Salema\u003C/b\u003E\u003C/p\u003E\r\n\u003Cp style=\"line-height: 1.5; color: rgb(64,64,64); font-family: Arial , Roboto , Helvetica , sans-serif; font-size: 14.0px;\"\u003EOs campos de Bijupirá e Salema estão localizados no litoral norte fluminense, a aproximadamente 295 quilômetros da cidade do Rio de Janeiro. Os campos, que tiveram seu primeiro óleo produzido em 1993, passaram a ser operados pela Shell em 2003, utilizando o FPSO Fluminense como navio-plataforma para a produção, armazenagem e transferência de óleo e gás desses campos.\u003C/p\u003E\r\n\u003Cp style=\"line-height: 1.5; color: rgb(64,64,64); font-family: Arial , Roboto , Helvetica , sans-serif; font-size: 14.0px;\"\u003EFoi neste campo que a Shell se tornou a primeira empresa internacional a produzir petróleo em escala comercial no Brasil, após a abertura do mercado nacional. Ao longo de quase 20 anos de produção operados pela Shell, Bijupirá e Salema produziram o equivalente a 141 milhões de barris de petróleo, chegando a produzir 68mil barris de petróleo equivalente por dia (boe/d) em seus anos iniciais.\u003C/p\u003E\r\n\u003Cp style=\"line-height: 1.5; color: rgb(64,64,64); font-family: Arial , Roboto , Helvetica , sans-serif; font-size: 14.0px;\"\u003EA Shell é a operadora dos campos de Bijupirá e Salema, com 80% de participação, e tem a Petrobrás como parceira.\u003C/p\u003E\r\n\u003Cp style=\"line-height: 1.5; color: rgb(64,64,64); font-family: Arial , Roboto , Helvetica , sans-serif; font-size: 14.0px;\"\u003EA Shell é a operadora dos campos de Bijupirá e Salema, com 80% de participação, e tem a Petrobrás como parceira. A produção foi encerrada 2021 e atualmente o projeto está em preparação para o descomissionamento das suas atividades e instalações nos campos de Bijupirá e Salema,&nbsp;seguindo as melhores práticas da indústria para reciclagem verde.\u003C/p\u003E\r\n\u003Cp style=\"line-height: 1.5; color: rgb(64,64,64); font-family: Arial , Roboto , Helvetica , sans-serif; font-size: 14.0px;\"\u003E\u003Cb\u003EPrincipais dados sobre o projeto:\u003C/b\u003E\u003C/p\u003E\r\n\u003Cul style=\"padding: 0.0px; color: rgb(64,64,64); font-family: Arial , Roboto , Helvetica , sans-serif; font-size: 14.0px;\"\u003E\r\n\u003Cli style=\"line-height: 1.5; list-style-position: inside; margin: 0.0px; left: 0.0px; list-style-type: square;\"\u003ELocalização: Bacia de Campos\u003C/li\u003E\r\n\u003Cli style=\"line-height: 1.5; list-style-position: inside; margin: 0.0px; left: 0.0px; list-style-type: square;\"\u003EProfundidade: 600-800 metros\u003C/li\u003E\r\n\u003Cli style=\"line-height: 1.5; list-style-position: inside; margin: 0.0px; left: 0.0px; list-style-type: square;\"\u003EParticipação: Shell 80% | Petrobras 20%\u003C/li\u003E\r\n\u003Cli style=\"line-height: 1.5; list-style-position: inside; margin: 0.0px; left: 0.0px; list-style-type: square;\"\u003EInício da produção: agosto de 2003\u003C/li\u003E\r\n\u003Cli style=\"line-height: 1.5; list-style-position: inside; margin: 0.0px; left: 0.0px; list-style-type: square;\"\u003EMODEC como operadora do FPSO&nbsp;Fluminense\u003C/li\u003E\r\n\u003C/ul\u003E\r\n\u003Cp style=\"line-height: 1.5; color: rgb(64,64,64); font-family: Arial , Roboto , Helvetica , sans-serif; font-size: 14.0px;\"\u003E\u003Cb\u003EParque das Conchas\u003C/b\u003E\u003C/p\u003E\r\n\u003Cp style=\"line-height: 1.5; color: rgb(64,64,64); font-family: Arial , Roboto , Helvetica , sans-serif; font-size: 14.0px;\"\u003EO Parque das Conchas (BC-10) é um dos projetos de águas profundas mais desafiadores e bem-sucedidos da Shell, com produção de hidrocarbonetos em profundidades superiores a 1.800 metros na costa do Brasil, o que tem demandado abordagens inovadoras para desbloquear mais energia nas diferentes etapas de desenvolvimento do projeto.\u003C/p\u003E\r\n\u003Cp style=\"line-height: 1.5; color: rgb(64,64,64); font-family: Arial , Roboto , Helvetica , sans-serif; font-size: 14.0px;\"\u003EBC-10 é um marco importante no desenvolvimento e comercialização de petróleo em águas profundas do Brasil. O projeto compreende quatro campos, Argonauta, Ostra, Abalone e Massa, localizados na bacia de campos, e conectados a um navio plataforma central flutuante de produção, armazenamento e descarregamento hidrocarbonetos, o FPSO Espírito Santo. Sua produção foi iniciada em 2009, chegando a produzir em seus anos iniciais 88 mil barris por dia.\u003C/p\u003E\r\n\u003Cp style=\"line-height: 1.5; color: rgb(64,64,64); font-family: Arial , Roboto , Helvetica , sans-serif; font-size: 14.0px;\"\u003EO desenvolvimento é o primeiro de seu tipo, com um conceito de bombeio e separação de fluidos (líquidos e gás) submarinos com escoamento até o FPSO Espírito. O sistema utiliza três módulos de bombeio com um total de 10 bombas centrífugas submersas de 1500 cavalos de potência - cada uma equivalente a um motor de um carro de Fórmula 1 - para conduzir óleo e gás de 7 reservatórios de produção para a superfície.\u003C/p\u003E\r\n\u003Cp style=\"line-height: 1.5; color: rgb(64,64,64); font-family: Arial , Roboto , Helvetica , sans-serif; font-size: 14.0px;\"\u003E\u003Cb\u003EPrincipais dados\u003C/b\u003E\u003C/p\u003E\r\n\u003Cul\u003E\r\n\u003Cli\u003ELocalização: Bacia de Campos, Brasil\u003C/li\u003E\r\n\u003Cli\u003EProfundidade: ~ 1.800 metros\u003C/li\u003E\r\n\u003Cli\u003EParticipação: Shell 50% (operadora), ONGC 27%,&nbsp;Brava Energia&nbsp;23%\u003C/li\u003E\r\n\u003Cli\u003ECampos: Ostra, Abalone, Argonauta, Massa\u003C/li\u003E\r\n\u003Cli\u003ECapacidade projetada do FPSO: 100 mil barris de óleo por dia e 50 MMSCF / dia de gás natural\u003C/li\u003E\r\n\u003Cli\u003ESBM Offshore como operadora do FPSO\u003C/li\u003E\r\n\u003C/ul\u003E\r\n\u003Ch3 style=\"font-family: type-font , Arial , Roboto , Helvetica , sans-serif; line-height: 1.5; color: rgb(64,64,64);\"\u003EAtivos Operados Por Parceiros:\u003C/h3\u003E\r\n\u003Cp style=\"line-height: 1.5; color: rgb(64,64,64); font-family: Arial , Roboto , Helvetica , sans-serif; font-size: 14.0px;\"\u003E\u003Cb\u003EBerbigão, Sururu e Atapu\u003C/b\u003E\u003C/p\u003E\r\n\u003Cp style=\"line-height: 1.5; color: rgb(64,64,64); font-family: Arial , Roboto , Helvetica , sans-serif; font-size: 14.0px;\"\u003ELocalizado na bacia de Santos e adquirido na adquirido na 2\u003Cspan style=\"line-height: 0;\"\u003E\u003Csup\u003Ea\u003C/sup\u003E\u003C/span\u003E&nbsp;rodada de concessão da ANP em 2000, o campo originalmente conhecido como Iara é composto por 3 acumulações: Berbigão, Sururu e Atapu, com declaração de comercialidade anunciada em 2014. Os campos são operados pela Petrobras e contam com 2 FPSOs em operação.\u003C/p\u003E\r\n\u003Cp style=\"line-height: 1.5; color: rgb(64,64,64); font-family: Arial , Roboto , Helvetica , sans-serif; font-size: 14.0px;\"\u003E\u003Cb\u003ELapa\u003C/b\u003E\u003C/p\u003E\r\n\u003Cp style=\"line-height: 1.5; color: rgb(64,64,64); font-family: Arial , Roboto , Helvetica , sans-serif; font-size: 14.0px;\"\u003ELocalizado na bacia de Santos e adquirido na 2\u003Cspan style=\"line-height: 0;\"\u003E\u003Csup\u003Ea\u003C/sup\u003E\u003C/span\u003E&nbsp;rodada de concessão da ANP em 2000, descoberto em 2007 e declaração de comercialidade anunciada em 2013 e primeiro óleo em 2016. O campo é operado pela TotalEnergies (45% TotalEnergies, 30% Shell, 25% Repsol Sinopec) e conta com possui um FPSO em produção e um projeto de tie back da porção sudoeste do campo em desenvolvimento.\u003C/p\u003E\r\n\u003Cp style=\"line-height: 1.5; color: rgb(64,64,64); font-family: Arial , Roboto , Helvetica , sans-serif; font-size: 14.0px;\"\u003E\u003Cb\u003EMero\u003C/b\u003E\u003C/p\u003E\r\n\u003Cp style=\"line-height: 1.5; color: rgb(64,64,64); font-family: Arial , Roboto , Helvetica , sans-serif; font-size: 14.0px;\"\u003ELocalizado na bacia de Santos e adquirido na 1\u003Cspan style=\"line-height: 0;\"\u003E\u003Csup\u003Ea\u003C/sup\u003E&nbsp;\u003C/span\u003Erodada de partilha de produção da ANP em 2013, descoberto em 2010 e com declaração de comercialidade anunciada em 2017, operado pela Petrobras (38.6% Petrobras, 19.3% Shell, 19.3% TotalEnergies, 9.65% CNOOC e 9.65% CNPC e 3.5% PPSA), o campo de Mero se encontra em desenvolvimento, com dois FPSOs em produção e três em construção/comissionamento, onde é esperado que todas as unidades estejam em produção em 2025.\u003C/p\u003E\r\n\u003Cp style=\"line-height: 1.5; color: rgb(64,64,64); font-family: Arial , Roboto , Helvetica , sans-serif; font-size: 14.0px;\"\u003E\u003Cb\u003ESapinhoá\u003C/b\u003E\u003C/p\u003E\r\n\u003Cp style=\"line-height: 1.5; color: rgb(64,64,64); font-family: Arial , Roboto , Helvetica , sans-serif; font-size: 14.0px;\"\u003ELocalizado na bacia de Santos e adquirido na 2\u003Cspan style=\"line-height: 0;\"\u003E\u003Csup\u003Ea\u003C/sup\u003E\u003C/span\u003E&nbsp;rodada de concessão da ANP em 2000, descoberto em 2008 e com declaração de comercialidade anunciada em 2011 e primeiro óleo em 2013. O campo é operado pela Petrobras (65% Petrobras, 30% Shell, 25% Repsol Sinopec) possui dois FPSOs em produção.\u003C/p\u003E\r\n\u003Cp style=\"line-height: 1.5; color: rgb(64,64,64); font-family: Arial , Roboto , Helvetica , sans-serif; font-size: 14.0px;\"\u003E\u003Cb\u003ETupi e Iracema\u003C/b\u003E\u003C/p\u003E\r\n\u003Cp style=\"line-height: 1.5; color: rgb(64,64,64); font-family: Arial , Roboto , Helvetica , sans-serif; font-size: 14.0px;\"\u003ELocalizados na bacia de Santos e adquirido na adquiridos na 2\u003Cspan style=\"line-height: 0;\"\u003E\u003Csup\u003Ea\u003C/sup\u003E\u003C/span\u003E&nbsp;rodada de concessão da ANP em 2000, Tupi é um campo supergigante descoberto em 2006, enquanto Iracema foi descoberto em 2009. A declaração de comercialidade dos campos foi anunciada em 2010. Ambos são operados pela Petrobras (65% Petrobras, 25% Shell, 10% Galp), onde 7 FPSOs se encontram produzindo em Tupi (4 FPSOs afretados e 3 próprios) e mais 2 FPSOs afretados garantem a produção de Iracema.\u003C/p\u003E\r\n"}},{"organism":"Container.XF","id":"/content/shell/countries/brazil/pt_br/about-us/portfolio-and-projects/production/jcr_content/root/main/section/experience_fragment_","model":{}}],"id":"/content/shell/countries/brazil/pt_br/about-us/portfolio-and-projects/production/jcr_content/root/main/section","model":{}}],"id":"/content/shell/countries/brazil/pt_br/about-us/portfolio-and-projects/production/jcr_content/root/main","model":{}},{"organism":"Container.Footer","children":[{"organism":"Breadcrumb.Large","model":{"links":[{"name":"Página inicial","value":"https://www.shell.com.br/"},{"name":"Sobre a Shell","value":"https://www.shell.com.br/sobre-a-shell.html"},{"name":"Nossos Negócios","value":"https://www.shell.com.br/sobre-a-shell/nossos-negocios.html"},{"name":"Produção","value":"https://www.shell.com.br/sobre-a-shell/nossos-negocios/producao.html"}]},"id":"/content/shell/countries/brazil/pt_br/about-us/portfolio-and-projects/production/jcr_content/root/footer/breadcrumb"},{"organism":"Container.Raw","ref":"https://www.shell.com.br/_jcr_content/root/footer/inherited.model.json","id":"/content/shell/countries/brazil/pt_br/about-us/portfolio-and-projects/production/jcr_content/root/footer/inherited","model":{}}],"id":"/content/shell/countries/brazil/pt_br/about-us/portfolio-and-projects/production/jcr_content/root/footer","model":{}}],"id":"/conf/shell/settings/wcm/templates/base/structure/jcr_content/root","model":{}}],"model":{"title":"Produção","text":"A Shell tem diversos ativos operados no Brasil. 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