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Pôr do sol no mar com o sol baixo no horizonte, céu em tons intensos de laranja e vermelho e parte de uma estrutura industrial offshore em silhueta à esquerda.

Produção

Produção de Petróleo e Gás no Brasil

A Shell é a segunda maior produtora de petróleo e gás no Brasil, com presença relevante em ativos de águas profundas e no pré-sal da Bacia de Santos.

Nossa atuação combina excelência operacional, disciplina de capital, segurança e redução da intensidade de emissões, contribuindo para o fornecimento responsável de energia e para a competitividade do setor no país.

Ativos Operados pela Shell

Orca

O Orca (antigo Gato do Mato) é uma nova área em desenvolvimento da Shell na Bacia de Santos, no pré-sal brasileiro, que representa um avanço estratégico nas atividades de exploração e produção da companhia. O projeto abrange os blocos BM-S-54, adquirido na 7ª rodada de licitações de 2005, e Sul do Gato do Mato, arrematado na 7ª rodada de Partilha de produção da ANP em 2017, e marca um novo capítulo na atuação da Shell como operadora no pré-sal, reforçando sua presença em ativos de alto potencial no Brasil.

Nova área de desenvolvimento da Shell no Bacia de Santos, no pré-sal brasileiro

Maior capacidade

FPSO de última geração para maior eficiência operacional

Consórcio do Projeto Orca

Shell (Operadora) - 50%
Ecopetrol - 30%
KUFPEC - 20% (Operação ainda em processo de aprovação pelo regulador)

Vista do oceano sob um céu parcialmente nublado, com a luz do sol refletindo sobre a superfície azul da água até o horizonte.

Primeiro óleo previsto para 2029

Novo ciclo de crescimento no Brasil

370 milhões de barris

Volume estimado recuperável

120 mil boe/d

Capacidade de produção prevista

Menor intensidade de emissões

Tecnologia embarcada para menor impacto de carbono

Parque das Conchas (BC-10)

Localizado na Bacia de Campos, o Parque das Conchas é um dos projetos pioneiros da Shell em águas profundas no Brasil. O desenvolvimento integra os campos de Ostra, Abalone, Argonauta, conectados ao FPSO Espírito Santo.

Localização

Bacia de Campos

Produção média anual

25 mil boe/dia

Profundidade

1.800 metros

Consórcio

Shell - 50% (operadora)
ONGC - 27%
Brava Energia - 23%

Início da produção

2009

FPSO

Espírito Santo

Vista aérea de uma instalação offshore, com estruturas, equipamentos e áreas operacionais na parte inferior da imagem, cercada pelo oceano azul com ondas e reflexos da luz do sol.

Ativos Operados por Parceiros

Mero (Bloco de Libra)

Localizado no pré-sal da Bacia de Santos, o campo de Mero é um dos maiores projetos de águas profundas do mundo. Operado pela Petrobras, é um ativo estratégico para o Brasil e para o portfólio da Shell. Em 2025, com a entrada em operação do FPSO Alexandre de Gusmão (Mero 4), o campo passou a contar com quatro unidades de produção em operação, ampliando sua escala produtiva.

Mero: um dos principais ativos do pré sal brasileiro

Capacidade instalada

770 mil boe/dia

Localização

Bacia de Santos (pré-sal)

Descoberta

2010

Contrato

 Partilha de Produção (Libra -2013)

Início da operação

2022- FPSOs definitivas

Vista lateral de uma plataforma offshore em alto-mar durante o pôr do sol, com estruturas, tubulações e passarelas industriais à esquerda e o oceano se estendendo até o horizonte sob um céu com nuvens.

Consórcio

Petrobras - 38,6% (оperadora)
Shell -19,3%
TotalEnergies - 19,3%
CNOOC - 9,65%
CNPC - 9,65%
PPSA - 3,5%

4 FPSOS em operação

Sapinhoá

Localizado na Bacia de Santos, Sapinhoá é um importante ativo do pré-sal, com produção iniciada em 2013 e duas unidades de produção em operação.

Localização

Bacia de Santos

Primeiro óleo

2013

Descoberta

2008

2 FPSOs em operação

Consórcio

Petrobras - 45% (operadora)
Shell - 30%
Repsol Sinopec Brasil - 25%

Vista aérea de um heliponto em uma embarcação, onde seis trabalhadores usando capacetes, coletes refletivos e uniformes de segurança estão reunidos. Ao fundo, há um navio de carga e uma pequena embarcação navegando.

Tupi e Iracema

Localizados na Bacia de Santos, Tupi é um dos maiores campos do pré-sal brasileiro. Iracema integra o mesmo sistema produtivo. Ambos são operados pela Petrobras e representam ativos estratégicos para o país.

Localização

Bacia de Santos

Primeiro óleo

2010

Consórcio

Petrobras - 65% (operadora)
Shell - 25% 
Galp - 10%

9 FPSOs em operação

(Tupi + Iracema)

Trabalhadores com uniformes vermelhos, capacetes e equipamentos de proteção atuam em uma instalação industrial, cercados por grandes tubulações metálicas, sob céu azul.

Lapa

Localizado no pré-sal da Bacia de Santos, a aproximadamente 300 km da costa brasileira, o campo de Lapa foi adquirido na 2"Rodada de Concessão da ANP, em 2000. Descoberto em 2007, iniciou produção em 2016. Operado pela TotalEnergies, o campo passou por sua terceira fase de desenvolvimento com a entrada em operação de Lapa Sudoeste (Lapa SW), que adicionou cerca de 27 mil barris por dia de volume incremental inicial bruto, elevando aprodução total do ativo para aproximadamente 60 mil barris por dia.

Localização

Bacia de Santos (pré-sal)

Início da produção

2016

Produção anual média

60 mil bpd

Consórcio

TotalEnergies - 48% (operadora)
Shell - 27%
Repsol Sinopec Brasil - 25%

Vista aérea de uma plataforma offshore iluminada ao entardecer, com extensa rede de tubulações, estruturas metálicas e equipamentos industriais, cercada pelo oceano.

Berbigão, Sururu e Atapu

Localizados na Bacia de Santos, esses campos fazem parte do desenvolvimento da acumulação originalmente conhecida como lara. São operados pela Petrobras e contam com unidades FPSO em operação.

Localização

Bacia de Santos

2 FPSOs em operação

Início da produção

2019

Consórcio

Atapu (Unitização):

Petrobras - 65,7% (оperadora)
Shell -16,7%
TotalEnergies - 15%
Petrogal Brasil - 1,7%
PPSA - 0,9%

Consórcio

Jazida Compartilhada de Berbigão e Sururu:

Petrobras - 62,91% (оperadora)
Shell - 16,125%
Petrogal - 6,45%
Total -14,51%

Vista aérea de duas embarcações offshore no oceano, uma delas equipada com heliponto e a outra com extensa estrutura industrial, tubulações, equipamentos e uma torre central.

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