Rio de Janeiro – O presidente da Shell Brasil, André Araujo, acredita que o país deve assumir um papel de liderança na próxima Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, a COP 26. O executivo participou do painel “Soluções de transição energética e os setores com difícil descarbonização”, no primeiro dia do evento virtual “Shell Talks: Impulsionando o Progresso”. Também estiveram presentes no debate os presidentes da SAP Brasil, Adriana Aroulho, e da Suzano, Walter Schalka, e o vice-presidente executivo de Relações Institucionais e Comunicação da Vale, Luiz Eduardo Osorio.

“No setor privado, gostamos de trabalhar com previsibilidade e temos uma série de desafios à frente, como o desafio fiscal. Queremos saber cada vez mais como o Brasil vai se posicionar nesse ambiente de descarbonização, mas isso não impacta o nosso apetite, porque os nossos projetos são para daqui a 30 anos e acreditamos que vamos encontrar um caminho positivo”, pontuou André Araujo. De acordo com ele, a Shell planeja um investimento de R$ 1,3 bilhão em Pesquisa & Desenvolvimento nos próximos cinco anos no país, e cerca de 30% desse valor será alocado para a descarbonização.

Na sessão “Expansão do mercado livre de energia e as oportunidades para consumidores e novos negócios”, o diretor de Renováveis e Soluções de Energia da companhia, Guilherme Perdigão, destacou que o Brasil é uma das quatro regiões prioritárias do Grupo Shell para a expansão do negócio de energia elétrica, ao lado dos Estados Unidos, Austrália e Europa Ocidental. Segundo ele, esse crescimento está dentro do objetivo da empresa de atingir emissões líquidas zero até 2050.

"Nosso propósito é impulsionar o progresso do país, e entendemos que esse progresso passa pelo aumento do consumo de energia elétrica, principalmente de renováveis", disse. Perdigão comentou que a Shell vai investir globalmente, por ano, de R$ 10 bilhões a R$ 15 bilhões no desenvolvimento de fontes renováveis e US$ 100 milhões em soluções baseadas na natureza (NBS, na sigla em inglês).

A agenda do evento também promoveu discussões sobre “A tecnologia brasileira na jornada pela descarbonização”, como a inteligência artificial e as soluções desenvolvidas pelas universidades. No fim do dia, um ponto que esteve presente em todos os debates, a Diversidade & Inclusão, foi o tema central da sessão “A importância de indicadores e metas para diversidade e inclusão nas empresas”.

Mais sobre o Shell Talks

O Shell Talks é aberto ao público e ocorre até o dia 6 de outubro, com transmissão ao vivo na página do evento (http://www.shell.com.br/talks) e nas redes sociais (LinkedIn, Facebook e YouTube) dos jornais O Globo e Valor Econômico e da agência EPBR. O objetivo principal é fomentar a discussão sobre as iniciativas da Shell e do mercado de energia na busca por uma economia de baixo carbono por meio da transição energética.

Toda a programação do evento está conectada com a estratégia Powering Progress do Grupo Shell, baseada em quatro pilares: atingir emissões líquidas zero até 2050, impulsionar vidas, entregar valor aos acionistas e respeitar a natureza. No total, serão 13 sessões on-line no formato de mesas-redondas.

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