Rio de Janeiro – A transição energética já tem reduzido os orçamentos globais para a área de exploração e produção dentro de grandes companhias. Na Shell, o negócio de E&P ainda é o que recebe o maior percentual de alocação de capital global do Grupo - são US$ 8 bilhões por ano -, mas, a partir de 2025, será cada vez mais difícil a empresa investir em novas bacias exploratórias. É o que afirma o vice-presidente executivo da companhia no Brasil, Cristiano Pinto da Costa, que participou, hoje (5), do painel “Oportunidades e desafios para o negócio de Upstream num Brasil em transição”, no evento virtual “Shell Talks: Impulsionando o Progresso”.

O executivo destacou a importância da simplificação do modelo regulatório do setor no Brasil, “que é e vai continuar a ser um país extremamente atrativo para o Grupo Shell”, segundo ele. Cristiano disse ainda que a redução das emissões de carbono nas operações passa pela excelência operacional e ressaltou a atuação da linha de negócios de Soluções Baseadas na Natureza (NBS, na sigla em inglês) para esse objetivo. O gerente-geral de NBS da Shell para a América Latina, Alejandro Segura, que esteve no debate “Soluções baseadas na natureza e os mercados de carbono”, mencionou que a empresa tem como meta compensar 120 milhões de toneladas de carbono ao ano até 2030.

O CEO da Raízen, Ricardo Mussa, foi um dos palestrantes da sessão “Biocombustíveis e o futuro da mobilidade urbana”. De acordo com ele, na área urbana, a eletrificação será uma realidade e, neste cenário, o etanol tem um papel não só como combustível de transição, mas também como um possível substituto da bateria. Mussa comentou que nunca viu no setor tanta demanda por produtos sustentáveis como tem acontecido no momento, e isso se deve ao fato de o mercado estar indo em direção a uma agenda cada vez mais verde.

A programação do evento também contou com o painel “A nova lei do gás: a abertura do mercado e oportunidades de negócios”. Na ocasião, Alexandre Cerqueira, gerente de Assuntos Regulatórios da Shell Energy Brasil, pontuou que, com o amadurecimento do setor, o mercado de gás passará a ser mais demandante de novas estruturas. “Não faltarão agentes interessados nos projetos de infraestrutura, capital e maior eficiência na alocação de riscos e retornos, que se traduzirão em preços mais competitivos”, disse.

O Shell Talks é aberto ao público e ocorre até amanhã (6), com transmissão ao vivo na página do evento (http://www.shell.com.br/talks) e nas redes sociais (LinkedIn, Facebook e YouTube) dos jornais O Globo e Valor Econômico e da agência EPBR. Toda a programação está conectada com a estratégia Powering Progress do Grupo Shell, baseada em quatro pilares: atingir emissões líquidas zero até 2050, impulsionar vidas, entregar valor aos acionistas e respeitar a natureza.

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