Rio de Janeiro – A Shell Brasil Petróleo Ltda. (Shell Brasil) e seus parceiros do consórcio anunciaram, hoje, o início da produção de petróleo e gás natural na unidade flutuante de produção, armazenamento e transferência (FPSO, sigla em inglês) P-68, localizada na Concessão BM-S-11-A, em Berbigão, Sururu e Oeste de Atapu, no pré-sal da Bacia de Santos.

A FPSO pode processar até 150 mil barris de petróleo e 6 milhões de metros cúbicos de gás natural diariamente. Operada pela Petrobras, a P-68 possui dez poços produtores e sete poços injetores.

Essa nova produção na P-68 contribui para o já robusto portfólio de águas profundas da Shell no Brasil. Com o desenvolvimento em Iara, a empresa está abrindo uma nova fronteira de produção no pré-sal. Esse também é o primeiro passo para o desenvolvimento do grande potencial de recursos em Sururu.

Segundo Wael Sawan, diretor de Upstream da Shell, foi um ano marcante para a empresa. "Desde a conquista de uma nova área até o estabelecimento de recordes em perfuração e produção, o país continua se consolida como uma região em destaque no nosso portfólio de Upstream".

"O Brasil oferece algumas das melhores oportunidades em águas profundas do mundo e esperamos trabalhar com a Petrobras e outros parceiros para avançar em novos planos de desenvolvimento”, acrescenta o executivo.

Outras informações sobre as atividades no Brasil

A FPSO P-69, localizada no campo de Lula, atingiu o pico de produção pouco mais de 10 meses após a primeira produção. No quarto trimestre, a expectativa de produção de petróleo e gás da Shell no Brasil é de cerca de 400 mil barris de petróleo equivalente por dia.

Os dois blocos concedidos à Shell na 16ª rodada de licitações em águas profundas foram as últimas adições a um portfólio de 10.521 km2, com 21 blocos de exploração, 4 campos em desenvolvimento e 11 campos em produção no Brasil.

A Shell Brasil também está realizando atividades de exploração nos blocos de Gato do Mato e Alto de Cabo Frio Oeste, na Bacia de Santos, para garantir um desenvolvimento futuro. Em junho, a empresa iniciou uma campanha em Gato do Mato, com a perfuração de poço mais rápida do Brasil. O trabalho de sísmica em Gato do Mato está em andamento. Em 2020, está prevista nova atividade de perfuração de exploração no bloco de Saturno, na Bacia de Santos. A Shell Brasil procura ser pioneira com descobertas em áreas, diminuindo o risco dessas oportunidades e levando a uma maior chance de sucesso. 

Nota para os editores:

  • O consórcio BM-S-11-A de Berbigão, Sururu e Oeste de Atapu inclui a Petrobras (42,5% - operadora), Shell (25%), Total (22,5%) e Petrogal Brasil (10%).
  • O casco da plataforma P-68 foi construído no estaleiro Rio Grande, no sul do Brasil. A integração dos módulos e o comissionamento final da unidade foram realizados no estaleiro Jurong Aracruz, no sudeste do Brasil.
  • A participação acionária da Shell em Berbigão e Sururu está sujeita a unitização.
  • A Shell possui dez centros de produção em águas profundas em operação em todo o mundo e planeja fornecer uma produção contínua acima de 900 mil barris de óleo equivalente (boe, sigla em inglês) por dia até 2025.
  • O negócio de águas profundas apresenta oportunidades em países onde a companhia já está presente, através de relações de longo prazo, infraestrutura avançada e um forte plano de desenvolvimento com produção em andamento no Brasil, Golfo do México, Nigéria e Malásia.
  • As oportunidades de exploração em águas profundas da empresa vão além de 2025 e incluem Brasil, México, Golfo do México dos EUA, bem como a área offshore da Mauritânia e o Mar Negro Ocidental.

Para mais informações:

Assessoria de Imprensa Shell Brasil

Guilherme Sá
(21) 3984-8239
guilherme.sa@shell.com

Edelman

Bruna Carvalho
(21) 3590-8409
bruna.carvalho@edelman.com

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Shell and partners add pre-salt production in Brazil

New, deep-water production has come online from the Brazilian pre-salt Santos Basin. Shell Brasil Petróleo Ltda. (Shell Brasil) and its consortium partners today announced the start of oil and natural gas production at the P-68 floating production, storage, and offloading unit (FPSO), located in BM-S-11-A Concession in Berbigão, Sururu and West Atapu.

The FPSO can process up to 150,000 barrels of oil and 6 million cubic meters of natural gas daily. Operated by Petrobras, P-68 features ten producing wells and seven injection wells.

This new production at P-68 adds to Shell’s already prolific deep-water portfolio in Brazil. With the development in Iara, the company is opening a new production frontier in the Pre-Salt. This is also the first step in developing the large resource potential at Sururu.

“It has been a banner year for Shell Brasil,” said Wael Sawan, Shell’s Upstream Director. “From winning new acreage to setting records in drilling and production, the country continues to solidify its place as a heartland in our Upstream portfolio.”

“Brazil is home to some of the best deep-water opportunities in the world and we look forward to working with Petrobras and other partners to progress additional development plans,” he added.

Other updates from Brazil

The P-69 FPSO, located in the Lula field, reached peak production levels just over 10 months from first production. Shell’s oil and gas production in Brazil in the fourth quarter is expected to be around 400,000 barrels of oil equivalent per day.

The two blocks awarded to Shell in the 16th concession deep-water bid round were the latest additions to a robust portfolio of 2.6 million net acres with 21 exploration blocks, 4 development fields and 11 production fields in Brazil.

Shell Brasil is also carrying out exploration activities in the Gato do Mato and Alto do Cabo Frio Oeste blocks in the Santos Basin to secure future development. In June, the company started a drilling campaign in Gato do Mato and delivered the fastest-drilled well in Brazil. Seismic work at Gato do Mato is ongoing. In 2020, new exploration drilling activity is expected at the Saturno block in the Santos Basin. Shell Brasil seeks to be an early mover in areas with discoveries, de-risking these opportunities and driving towards a higher chance of success. 

Editor´s note:

  • The BM-S-11-A Consortium for Berbigão, Sururu, and West Atapu- includes Petrobras (42.5 percent - operator), Shell (25 percent), Total (22.5 percent), and Petrogal Brasil (10 percent).
  • P-68’s hull was built at the Rio Grande shipyard in southern Brazil. Integration of the modules and the final unit commissioning were carried out at the Jurong Aracruz shipyard in southeastern Brazil.
  • Shell’s equity interest in the in Berbigão and Sururu is subject to unitization.
  • Shell has 10 operated, deep-water production hubs globally and is on track to deliver sustained production above 900-thousand barrels of oil equivalent (boe) per day through 2025.
  • The deep-water business has a strong funnel of opportunities in countries with existing expertise, long-term relationships, critical infrastructure, and a strong development pipeline with production on-stream in Brazil, the U.S. Gulf of Mexico, Nigeria, and Malaysia.
  • The company’s deep-water exploration opportunities extend beyond 2025 and include Brazil, Mexico, the U.S. Gulf of Mexico, offshore Mauritania, and the Western Black Sea.

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