Rio de Janeiro – A edição de 2019 do Prêmio ANP de Inovação Tecnológica confirmou que a Shell Brasil está na vanguarda da pesquisa e inovação no setor de Petróleo & Gás do país. A companhia manteve o bom desempenho de 2018, quando venceu em duas categorias, vencendo mais uma neste ano. A premiação foi concedida em evento organizado pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), nesta quinta-feira no Palácio Itamaraty, no Centro do Rio.

“Essa premiação é um reconhecimento do nosso trabalho desenvolvendo novas tecnologias e inovação que causem um impacto positivo no futuro da nossa indústria. Além disso, comprova a posição de destaque do Brasil como um hub de tecnologia e desenvolvimento para o Grupo Shell, algo que nos enche de orgulho e traz junto a responsabilidade de trabalharmos, cada vez mais, para mantermos essa confiança e alcançar bons resultados”, destaca Jane Zhang, Gerente Geral de Tecnologia no Brasil.

O projeto da Shell Brasil foi vencedor na Categoria II: Resultado associado a projeto(s) desenvolvido(s) por Empresa Brasileira, com ou sem participação de Instituição Credenciada, em colaboração com Empresa Petrolífera, na área temática geral “Exploração e Produção de Petróleo e Gás”

Título: Sistema Armazenamento e Separação Gravitacional de CO2 e CH4 em Cavernas de Sal Construídas em ambiente Offshore de Águas Ultra Profundas no Brasil
Empresa Petrolífera: Shell / Instituição: USP - RCGI
Empresas: Modecom, Technomar, Argonautica, Granper

Resumo: O projeto está dividido em duas fases: a primeira tem como objetivo primário estudar o desenvolvimento de uma tecnologia / procedimento de armazenamento / descarte de gás natural com alto teor de CO2 em cavernas abertas em rocha salina pelo método de lixiviação por tempo indeterminado (CCS), na região do pré-sal. Numa segunda fase será estudado o procedimento de extração, por separação gravitacional de dióxido de carbono presente em grandes quantidades no gás natural produzido nos reservatórios do pré-sal.

Funcionalidades e Principais aspectos: O desenvolvimento da primeira fase do projeto possibilitará que o CO2 não seja reinjetado nos reservatórios, evitando que estes sejam constantemente retroalimentados pelo contaminante. Já na segunda fase a separação gravitacional dará valor econômico adicional ao sistema uma vez que possibilitará a monetização do GN separado no interior da caverna. A proposta é utilizar, sempre que possível, toda a infraestrutura já disponível nos sistemas de produção para realizar todas as etapas de desenvolvimento da tecnologia.

Avanço tecnológico no setor: A tecnologia do presente projeto possibilitará uma maior taxa de extração e uma maior vida útil dos poços de campos com alto teor de CO2, uma vez que possibilitará que o contaminante não seja necessariamente reinjetado e possibilitará que grandes volumes de GN sejam tratados a um custo muito inferior a atual tecnologia de membranas, que ainda apresenta limitação para tratamento de grandes volumes.

Para mais informações:
Assessoria de Imprensa Shell Brasil
Guilherme Sá
(21) 3984-8239
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(21) 3590-8409
bruna.carvalho@edelman.com

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