Rio de Janeiro – Uma amizade de 40 anos une as atrizes Analu Prestes e Stela Freitas, ambas indicadas ao Prêmio Shell na categoria atriz pelo espetáculo “As crianças”. Analu tem 45 anos de carreira como atriz, cenógrafa, autora, figurinista e artista plástica. Stela é diretora teatral e tem longa trajetória como atriz no teatro e na tv. Foi delas a decisão de montar o espetáculo, em conjunto com o colega de cena Mário borges, como uma maneira de celebrar essa amizade. A obra gira em torno de um casal de sexagenários e uma amiga, que retorna para a vida deles após uma ausência de 38 anos. Os personagens lidam com a finitude da vida e protagonizam uma espécie de acerto de contas com o passado.

Indicado na categoria Dramaturgia, outro destaque desta edição é Pedro Paulo Rangel, vencedor na categoria Ator, em 1994 por seu papel em “Sermão da Quarta-feira de Cinzas” e em 2004 por "Soppa de Letra”. Também conhecido por seu trabalho na televisão, com papéis em novelas como “O Cravo e a Rosa” e humorísticos como “TV Pirata”, o ator é um veterano do teatro nacional. Rangel esteve em montagens de teatro amador desde adolescência e teve sua estréia no teatro profissional em 1964, integrando o elenco do espetáculo “Roda Viva”.

O júri do Rio de Janeiro é formado por Ana Achcar, Ana Luisa Lima, Bia Junqueira, Patrick Pessoa e Moacir Chaves.

Confira todos os indicados do primeiro semestre ao 32º Prêmio Shell de Teatro do Rio de Janeiro. Em dezembro, serão anunciados os nomes do segundo semestre, que fecham a lista dos melhores de 2019.

Dramaturgia:

Pedro Kosovski por “Eu, Moby Dick”
Pedro Paulo Rangel por “O Ator e o Lobo”

Direção:

Fernando Philbert por “Todas as Coisas Maravilhosas”
Ricardo Santos por “O Rinoceronte”

Ator:

Kiko Mascarenhas por “Todas as Coisas Maravilhosas”
Ricardo Kosovski por “Maracanã”

Atriz:

Analu Prestes por “As Crianças”
Claudia Ventura por “A Verdade”
Stela Freitas por “As Crianças”

Cenário:

Fernando Mello da Costa por “Maracanã”
Fernando Mello da Costa por “Solo”

Figurino:

Marina Franco por “Antes que a Definitiva Noite se Espalhe em Latinoamérica”
Tiago Ribeiro por “As Comadres”

Iluminação:

Luiz Paulo Nenen por “Kondima – Sobre Travessias”
Paulo Denizot por “Histórias Veladas”

Música:

Dai Ramos por “Os Desertos de Laíde”
Wladimir Pinheiro por “As Comadres”

Inovação:

Companhia Ensaio Aberto pela ocupação e desenvolvimento do Armazém da Utopia
Junio Santos, Luiz Antônio Rocha e Richard Riguetti pela realização de “Paulo Freire, o Andarilho da Utopia” que dissemina a obra do renomado educador brasileiro em teatros e espaços públicos

A premiação

O vitorioso de cada categoria receberá uma escultura em metal do artista plástico Domenico Calabroni com a forma de uma concha dourada, inspirada no logotipo da Shell, e uma premiação individual de R$ 8 mil (oito mil reais).

Criado em 1988, o Prêmio Shell de Teatro é ponto de referência nos palcos brasileiros. É oferecido aos maiores destaques do ano, no Rio de Janeiro e em São Paulo separadamente, em nove categorias — Dramaturgia, Direção, Ator, Atriz, Cenografia, Iluminação, Música, Figurino e Inovação.

Para mais informações:

Assessoria de Imprensa Shell Brasil

Guilherme Sá

(21) 3984-8239

guilherme.sa@shell.com

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(21) 3590-8407

bruna.carvalho@edelman.com

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