Rio de Janeiro, 17 de julho de 2019 – Como parte de sua política de acessibilidade, o Museu do Amanhã passa a oferecer aos visitantes, a partir desta terça-feira, dia 9 de julho, dois carrinhos elétricos, com 8 e 4 lugares cada, sendo um deles adaptado para cadeirantes. Os veículos vão circular pelas principais entradas do museu e vão funcionar de terça a domingo, das 10h às 18h. As viagens são gratuitas e vão acontecer de acordo com a demanda de passageiros, mas pessoas idosas e com dificuldades de locomoção terão prioridade. A ação é uma parceria com a Shell Brasil, uma das patrocinadoras do museu.

Haverá quatro pontos de embarque e desembarque. O principal será próximo à entrada de carros de serviço e ao portão de estacionamento do prédio da Marinha. Neste local, haverá um ombrelone, uma recepcionista e sinalização especial para os usuários. O segundo ponto será próximo à entrada principal do Museu do Amanhã; o terceiro será no píer do lado oeste; o quarto será na rampa 3 da lateral leste, próximo à saída do restaurante Fazenda Culinária; e o quinto será na rampa 2, também da lateral leste, próximo à saída dos visitantes.

Os carrinhos são elétricos e serão recarregados em pontos especiais do equipamento cultural. Eles têm autonomia para circular durante todo o dia.

“Essa ação vem complementar uma série de medidas que temos implementado nesses três anos e meio de funcionamento do museu. Esperamos atender ao público com cada vez mais eficiência e conforto”, afirma Roberta Guimarães, diretora do Museu do Amanhã. “Dar uma opção de mobilidade elétrica para os visitantes do Museu do Amanhã é mais uma contribuição da Shell Brasil para este local incrível, que já faz parte da paisagem do Rio. É também o pontapé inicial de uma campanha que, ao longo dos próximos meses, irá celebrar a energia do carioca e de quem visita a cidade,” diz Glauco Paiva, gerente executivo de Relações Externas da Shell Brasil.

Acessibilidade no Museu do Amanhã

  • Museu do Amanhã tem a acessibilidade como premissa da construção física do prédio e, principalmente, da relação entre a equipe do Museu e seus visitantes. O Museu dispõe de pisos e maquetes táteis, rampas, cadeira de rodas, elevadores, fraldários, banheiros adaptados e sinalização universal.
  • Museu desenvolve ainda parcerias com órgãos públicos, escolas e instituições especializadas na formação de educadores para identificar oportunidades de visitas adaptadas a pessoas com qualquer tipo de necessidade especial.
  • seu programa de educação contempla atividades para pessoas com deficiência e suas famílias, além de visitas mediadas para grupos escolares e não escolares onde o diálogo é pautado pela diversidade e inclusão. As visitas mediadas são realizadas em libras para surdos e ouvintes e podem ser agendadas ou feitas para público espontâneo.
  • Museu do Amanhã recebe também, em horário exclusivo, pessoas com deficiência intelectual e/ou mental, pessoas com autismo e seus acompanhantes, conforme orienta a Lei Municipal 6278/2017. A atividade acontece todas as quartas-feiras, das 9h às 10h. Com iluminação e sonoridades do espaço adaptadas e objetos sensoriais relacionados aos conteúdos da exposição principal, os educadores propõem outras possibilidades experimentais para o público participante.
  • museu também promove eventos no Dia Internacional de Luta da Pessoa com Deficiência, além de seminários e atividades que contemplam a acessibilidade.
  • Museu do Amanhã é uma instituição cultural da Secretaria Municipal de Cultura do Rio de Janeiro, sob gestão do Instituto de Desenvolvimento e Gestão (IDG).

Sobre o Museu do Amanhã

  • Museu do Amanhã é um museu de ciências aplicadas que explora as oportunidades e os desafios que a humanidade terá de enfrentar nas próximas décadas a partir das perspectivas da sustentabilidade e da convivência. Inaugurado em dezembro de 2015 pela Prefeitura do Rio de Janeiro, o Museu do Amanhã é um equipamento cultural da Secretaria Municipal de Cultura da Prefeitura do Rio de Janeiro, sob gestão do Instituto de Desenvolvimento e Gestão (IDG). Exemplo bem-sucedido de parceria entre o poder público e a iniciativa privada, o Museu do Amanhã já recebeu mais de 3,2 milhões de visitantes desde a inauguração. Com patrocínio máster do Banco Santander e uma ampla rede de patrocinadores que inclui empresas como Shell, IBM, IRB-Brasil RE, Engie, Grupo Globo, Instituto CCR e Intel, o museu foi originalmente concebido pela Fundação Roberto Marinho.
  • IDG – Instituto de Desenvolvimento e Gestão é uma organização sem fins lucrativos especializada em gerir centros culturais públicos e programas ambientais e também atua em consultorias para empresas privadas e na execução ou desenvolvimento de projetos culturais e ambientais. Responde atualmente pela gestão do Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro, Paço do Frevo, em Recife, como gestor operacional do Fundo da Mata Atlântica e como realizador das ações de conservação e consolidação do sítio arqueológico do Cais do Valongo, na região portuária do Rio de Janeiro. Saiba mais em www.idg.org.br.

Sobre o Museu do Amanhã e os ODS da ONU

Em 2015, a Organização das Nações Unidas (ONU) criou a Agenda 2030 com 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), que devem ser implementados por todos os países do mundo até 2030. Tendo como pilares a sustentabilidade e a convivência, o Museu do Amanhã está comprometido com a realização desta agenda, que prevê erradicar a pobreza e a fome; proteger o planeta da degradação por meio do consumo e da produção sustentáveis; assegurar vida próspera e realização pessoal das pessoas através do progresso econômico, social e tecnológico, em harmonia com a natureza; e promover a paz. Para saber mais sobre cada ODS, acesse o site da ONU: https://nacoesunidas.org/pos2015/agenda2030/.

Sobre a Shell

Empresa global de energia, com 112 anos de operação e cerca de 90 mil funcionários em mais de 70 países, a Shell está presente no Brasil desde 1913, onde conta com cerca de 800 colaboradores. Nosso principal objetivo é atender as necessidades energéticas da sociedade hoje e no futuro, atuando de forma responsável nos âmbitos econômico, ambiental e social. As atividades da Shell no país englobam negócios nos segmentos de Upstream – nas áreas de Exploração e Produção e em Marine. No segmento de Downstream, a empresa também atua no setor de Lubrificantes. Os demais, incluindo a distribuição de combustíveis no varejo, são gerenciados pela Raízen, joint venture da Shell com a Cosan. A Shell foi a primeira empresa privada a produzir petróleo na Bacia de Campos após a abertura do mercado. Em 2018, a Shell venceu, em leilão, a concessão de quatro blocos, nas Bacias de Campos e Potiguar, além de arrematar os blocos de Três Marias e Saturno, no pré-sal da Bacia de Santos.

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