Rio de Janeiro, 14 de novembro de 2018 – O pré-sal brasileiro oferece desafios na exploração, desenvolvimento e produção, e a Shell Brasil segue investindo em tecnologias inovadoras para tornar estas atividades cada vez mais eficientes. A empresa de energia está trabalhando com a Sonardyne Brasil e o SENAI CIMATEC para desenvolver um novo sistema de nodes para monitoramento sísmico 4D: "On Demand Ocean Bottom Node" – OD OBN (nodes de solo marinho sob demanda - em português). Em paralelo, a Shell está colaborando com a Petrobras para definir o plano de aplicação dessa nova tecnologia nos campos do pré-sal.

A principal diferença para os equipamentos já existentes será a autonomia dos novos nodes, que ficarão residentes por longos períodos no solo marinho. Não serão necessárias intervenções, como a conexão para extração de dados ou a substituição da bateria durante todo o período de cinco anos em que estiver instalado e pronto para gravar dados sismicos e geodésicos sob demanda. Eles se comunicarão, sem fio, com veículos subaquáticos autônomos como o FlatFish (também financiado pela Shell Brasil) gerando uma efiência operacional que eliminará varias dificuldades na implantação da tecnologia de monitoramento 4D, vitais no desenvolvimento e na capacidade de produção de um campo. Consequentemente, essa tecnologia permitirá a redução de ambos, custos e riscos de segurança operacionais.

O projeto está dividido em três fases principais: 1) concepção, desenvolvimento e testes iniciais de protótipos do novo node, incluindo a comunicação com o veículo subaquático; 2) fabricação em escala piloto em campo; e 3) implantação do sistema piloto por um período de três anos em um campo pré-sal.

A colaboração com a Petrobras inclui assessoria técnica, seleção do campo mais adequado para a implantação do sistema piloto, e integração dos dados sísmicos para aprimorar o gerenciamento do reservatório do campo pré-sal selecionado.

“Este é um projeto muito promissor, totalmente alinhado com a nova realidade da indústria de Óleo & Gás, que busca utilizar novas tecnologias para garantir uma operação segura, mais eficiente, e que tem um menor impacto no meio ambiente. Temos certeza que a colaboração com a Petrobras para desenvolver essa nova tecnologia de sísmica 4D vai gerar muitos benefícios para nossas empresas”, destacou Jorge Lopez, consultor de P&D da Shell.

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