Rio de Janeiro, 19 de dezembro de 2018 – Um espetáculo teatral sem falas, do início ao fim, é um dos principais destaques da lista de indicados do segundo semestre ao 31º Prêmio Shell de Teatro do Rio de Janeiro. “Um tartufo” é uma adaptação silenciosa do texto de Molière, que conta a história de um falso devoto que se infiltra na casa de uma família para tirar proveito de sua ingenuidade. A peça concorre em três categorias: Figurino, Iluminação e Inovação.

Também com três indicações, “Esperança na revolta” está na disputa por Autoria, Direção e Música. A trama fala sobre os efeitos da guerra e aborda a reação do ser humano à violência. O espetáculo “A invenção do Nordeste”, que trata de forma irônica e inteligente os clichês sobre o nordestino, também foi indicado nas categorias Autoria e Direção.

O homenageado da edição de 2019 no Rio de Janeiro será Aderbal Freire Filho pelo espírito livre, inovador e combativo sempre em prol do teatro brasileiro. O júri carioca é formado por Ana Achcar, Ana Luisa Lima, Bia Junqueira, Moacir Chaves e Patrick Pessoa.

Veja abaixo a lista completa de indicados do segundo semestre ao 31º Prêmio Shell de Teatro do Rio de Janeiro. A cerimônia de premiação será realizada em março de 2019.

Autoria:

Confraria do Impossível por “Esperança na revolta”
Henrique Fontes e Pablo Capistrano por “A invenção do Nordeste”
Leonardo Netto por ”A ordem natural das coisas”

Direção:

André Lemos por “Esperança na revolta”
Quitéria Kelly por “A invenção do Nordeste”

Ator:

Bruce Gomlevsky por “Memórias do esquecimento”
Otto Jr. por “Tebas Land”

Atriz:

Ana Kfouri por “Uma frase para minha mãe”
Nena Inoue por “Para não morrer”

Cenário:

Doris Rolemberg por “A última aventura é a morte”
Marcelo Alvarenga por “Outros”

Figurino:

João Pimenta por “Dogville”
Maria Duarte e Márcio Pitanga por “Um tartufo”

Iluminação:

Aurelio di Simone por “Pandora”
Elisa Tandeta por “Um tartufo”

Música:

Béa e André Lemos por “Esperança na revolta”
Pedro Luís, Larissa Luz e Antônia Adnet por “Elza”

Inovação:

Mona Magalhães pela caracterização determinante para a construção da poética do espetáculo “Um tartufo”
Ocupação Ovárias por fomentar o protagonismo estético-político das mulheres na cena carioca

A premiação 

O vitorioso de cada categoria receberá uma escultura em metal do artista plástico Domenico Calabroni com a forma de uma concha dourada, inspirada no logotipo da Shell, e uma premiação individual de R$ 8 mil (oito mil reais).

Criado em 1988, o Prêmio Shell de Teatro é ponto de referência nos palcos brasileiros. É oferecido aos maiores destaques do ano, no Rio de Janeiro e em São Paulo separadamente, em nove categorias — Autoria, Direção, Ator, Atriz, Cenário, Figurino, Iluminação, Música e Inovação.

Para mais informações:

Assessoria de Imprensa Shell Brasil
Guilherme Sá
(21) 3984-8239
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Edelman
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(21) 3590-8409
bruna.carvalho@edelman.com

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