Rio de Janeiro, 21 de fevereiro de 2017 – A demanda global por gás natural liquefeito (GNL) atingiu 265 milhões de toneladas (MT) em 2016 – o suficiente para fornecer energia para cerca de 500 milhões de residências em um ano. Esse montante incluiu um aumento de 17 MT no volume líquido de importações de GNL.

Muitos esperavam que o forte incremento de novas ofertas de GNL superaria o crescimento da demanda durante 2016. No entanto, o aumento da demanda acompanhou o da oferta, uma vez que uma demanda maior que a esperada na Ásia e no Oriente Médio absorveu o crescimento da oferta pela Austrália, de acordo com o primeiro Panorama do GNL da Shell, divulgado no início desta semana.

“O comércio global de GNL demonstrou sua flexibilidade mais uma vez em 2016, respondendo à escassez nos suprimentos nacionais e regionais de gás e à nova demanda crescente”, afirma Maarten Wetselaar, diretor de Gás Integrado e Novas Energias da Shell. “A perspectiva da demanda por GNL é que ela cresça o dobro da demanda por gás, de 4% a 5% ao ano entre 2015 e 2030”, completa.

GNL pelo mundo

A China e a Índia – que devem continuar impulsionando as altas na demanda – foram dois dos compradores que cresceram mais rápido, elevando, juntas, suas importações de GNL em 11,9 MT em 2016. Isso fez as importações de GNL atingirem 27 MT na China e 20 MT na Índia em 2016.

A demanda global total por GNL cresceu após a inclusão de seis novos países importadores desde 2015: Colômbia, Egito, Jamaica, Jordânia, Paquistão e Polônia. Eles elevaram o número de importadores de GNL para 35, contra os cerca de dez no início deste século.

Egito, Jordânia e Paquistão estão entre os países do mundo que aumentaram mais rapidamente suas importações de GNL em 2016. Devido a faltas no suprimento local de gás, eles importaram 13,9 MT de GNL no total.

A maior parte do crescimento nas exportações de GNL em 2016 teve origem na Austrália, onde as exportações foram elevadas em 15 MT, chegando a um total de 44,3 MT. Também foi um ano significativo para os EUA, depois que 2,9 MT de GNL foram entregues pelo terminal de Sabine Pass, na Louisiana.

Novos rumos

Os preços do GNL devem continuar sendo determinados por diversos fatores, entre eles os preços do petróleo, a dinâmica global de oferta e demanda de GNL e os custos de novas plantas de GNL. Além disso, a expansão do comércio de GNL tem sido no sentido de ajudar a atender à demanda quando os mercados domésticos de gás sofrem com o desabastecimento.

O mercado de GNL também está mudando para atender às necessidades dos compradores, incluindo contratos com prazo mais curto, volumes menores e níveis maiores de flexibilidade. Alguns compradores emergentes de GNL têm classificações de risco mais desafiadoras do que os compradores tradicionais.

Embora a indústria tenha tido flexibilidade para desenvolver novas demandas, houve queda nas decisões finais de investimento em novas reservas.

A Shell acredita que o setor precisará ampliar os investimentos a fim de atender à demanda crescente, cuja maior parte deverá vir da Ásia, a partir de 2020.

Na China, o governo estabeleceu a meta de o gás compor 15% do mix energético do país até 2030, acima dos 5% registrados em 2015. Já o Sudeste Asiático deverá se tornar um importador líquido de GNL em 2035, transformação substancial para uma região que inclui a Malásia e a Indonésia – atualmente entre os maiores exportadores de GNL do mundo.

 

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