Rio de Janeiro, 11 de julho de 2017 – Os jurados do Prêmio Shell de Teatro de São Paulo elegeram seus favoritos na cena teatral paulistana do primeiro semestre do ano. A lista de indicados à 30ª edição da premiação conta com nomes como Ary Fontoura, que concorre na categoria melhor Ator, e do diretor Eric Lenate, que somando os prêmios do Rio e de São Paulo aparece na disputa três vezes.

A comédia-dramática “Refluxo” expõe situações de violência moral do cotidiano por meio da história do ascensorista Dário, que trabalha em um edifício residencial e convive com moradores bastante excêntricos. Dirigida por Eric Lenate, que também assina o cenário, o espetáculo foi indicado em três categorias: “Autor”, “Direção” e “Cenário”.

Seguindo a lista do júri, o espetáculo “Constelações” foi indicado em duas categorias: “Cenário” e “Iluminação”. Ary Fontoura e Sérgio Guizé estão entre os atores na seleção do primeiro semestre pelas peças “Num lago dourado” e “Oeste verdadeiro”, respectivamente. Completam a lista outros 13 espetáculos/companhias.

O júri de São Paulo é formado por Evaristo Martins de Azevedo, Lucia Camargo, Luiz Amorim, Maria Luisa Barsanelli e Renata Melo. 

Confira abaixo a lista completa de indicados do primeiro semestre ao 30º Prêmio Shell de Teatro de São Paulo. Em dezembro serão anunciados os indicados do segundo semestre que fecham a relação dos melhores de 2017.

Autor: 

Angela Ribeiro por “Refluxo”

Munir Pedrosa e Herbert Bianchi por “Hotel Mariana”

Direção:

Eric Lenate por “Refluxo”

Nelson Baskerville por “Eigengrau – no escuro”

Ator:

Ary Fontura por “Num lago dourado”

Sergio Guizé por “Oeste verdadeiro”

Atriz:

Amanda Lyra por “Quarto 19”

Ilana Kaplan por “Baixa terapia, uma comédia no divã”

Cenário:

Eric Lenate por “Refluxo”

Veronica Valle e Mateus Viana por “Constelações”

Figurino:

Bia Pieratti, Carol Reissman e Lenin Cattai por “Pessoas brutas”

Telumi Hellen por “Esperando Godot”

Iluminação:

Adriana Ortiz por “Monólogo público”

Domingos Quintiliano por “Constelações”

Música:

Marcelo Pellegrini por “Pagliacci”

Wagner Passos por “Fuente Ovejuna”

Inovação:

Mundana Companhia pela ocupação de espaços urbanos não convencionais com a adaptação do espetáculo “Na selva das cidades” de Bertold Brecht.

Teatro de Contêiner Mungunzá pelo uso arquitetônico inédito voltado para o teatro, inserido em região degradada do Centro de São Paulo.

A premiação

O vitorioso de cada categoria receberá uma escultura em metal do artista plástico Domenico Calabroni com a forma de uma concha dourada, inspirada no logotipo da Shell, e uma premiação individual de R$ 8 mil (oito mil reais).

Criado em 1988, o Prêmio Shell de Teatro é ponto de referência nos palcos brasileiros. É oferecido aos maiores destaques do ano, no Rio de Janeiro e em São Paulo separadamente, em nove categorias — Autor, Diretor, Ator, Atriz, Cenografia, Iluminação, Música, Figurino e Inovação.

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(21) 3590-8409

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