Rio de Janeiro, 31 de agosto de 2017 – Atenta às novas tecnologias e ao desenvolvimento de projetos inovadores no setor de óleo e gás, a Shell marcou presença no Prêmio ANP de inovação tecnológica, com finalistas nas três categorias.

A premiação foi concedida em evento realizado no fim da manhã desta quinta-feira, no Palácio Itamaraty, no Centro do Rio.

Conheça um pouco sobre os projetos da Shell indicados ao Prêmio ANP de Inovação Tecnológica.

Flatfish

O FlatFish é um veículo autônomo submarino (AUV, na sigla em inglês) que fica residente em uma garagem submarina para inspeções de estruturas submarinas e que foi projetado para reduzir os custos destas em até 50%. O projeto é uma parceria da Shell com o Senai-Cimatec e Embrapii e foi desenvolvido em Salvador, na Bahia.

Um dos maiores desafios do FlatFish foi desenvolver um veículo que navegasse de forma autônoma, sem ajuda de operadores, e que fosse altamente confiável. “O veículo atuará em um ambiente totalmente dinâmico e variável e precisava ser projetado para lidar com todas essas possibilidades, possuindo inteligência para avaliar a melhor maneira de solucionar todos os tipos de problema que encontrasse durante cada missão”, explica Rosane Zagatti, gerente de tecnologia submarina da Shell.

Atualmente o projeto está em fase de negociações para definir a empresa que irá produzir e comercializar o AUV. A expectativa é que o teste de campo e a primeira implantação em ativos de águas rasas aconteça em 2018 e, em águas profundas, em 2019.

Física de Rocha Digital Especial - Análise Digital de Rocha para Classificação de Qualidade de Reservatório: Coquinas do Morro do Chaves, Bacia Sergipe-Alagoas

O projeto de “Análise Digital de Rocha (DRA) para Classificação de Qualidade de Reservatório” utiliza imageamento em diferentes escalas de resolução e análise computacional de propriedades petrofísicas, que juntos permitem analisar as imagens das rochas em alta definição, e ainda analisar a porosidade, permeabilidade absoluta, propriedades elásticas e elétricas, pressão capilar e permeabilidade relativa em formato de gráficos e tabelas, com um aumento significativo da qualidade desses dados.

“Este é mais um projeto pensado especialmente para aplicação no pré-sal. A metodologia pode ser aplicada em reservatórios complexos de coquina do pré-sal para definir diferentes tipos de rocha para modelagem 3D de reservatórios”, explica Frances Abbots, Gerente de Tecnologia em Reservatórios Carbonatos.

Os resultados do projeto se encontram na fronteira tecnológica em imageamento e estudos de rocha digital, o que permite sua aplicação na caracterização de rochas carbonáticas com a quantificação de qualidade de reservatório para melhorar a modelagem tridimensional dos reservatórios complexos do pré-sal. Para o desenvolvimento desta metodologia, a Shell trabalhou em parceria com o INGRAIN Brasil.

Multi Sensor Inversion-MSI / Estimação radial de propriedades da formação a partir de dados eletromagnéticos e acústicos

O Multi-Sensor Inversion (MSI) nasceu a partir dos desafios encontrados na exploração do pré-sal, devido à alta heterogeneidade em relação aos tipos de porosidade, permeabilidade e sensibilidade ao stress. Todas essas questões, motivaram a busca por métodos que fossem capazes de obter melhores caracterizações da formação e da região próxima ao poço.

O MSI será fundamental especialmente no desenvolvimento de campos do pré-sal porque possui uma metodologia inovadora para a estimação de perfis radiais. O grande diferencial do projeto é que ele combina dados de diferentes ferramentas e simuladores por meio de relações físicas.

“Os resultados gerados pela inversão, ao conseguir obter uma melhor caracterização radial do poço, vão beneficiar bastante a indústria do petróleo neste desafio que é explorar o pré-sal brasileiro. O software permite um melhor entendimento da física de rochas para os reservatórios, gerando um aperfeiçoamento da interpretação sísmica”, explica Frances Abbots, Gerente de Tecnologia em Reservatórios Carbonatos.  Outra grande vantagem dos dados gerados pelo MSI é que o aperfeiçoamento da porosidade e saturação de hidrocarbonetos contribui para estimativa de potencial do reservatório.

O projeto, que teve duração de quatro anos, foi desenvolvido pela Shell em parceria com a Schlumberger. O software principal do projeto estará disponível para comercialização em três anos.

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