O executivo da Shell, Felipe Boechem, apresentou uma das ofertas da Shell na 2a e 3a rodadas de leilão do pré-sal realizadas no Rio de Janeiro. (Foto: ANP)

Rio de Janeiro – A Shell e seus parceiros ganharam nesta sexta-feira três contratos de 35 anos para desenvolver blocos do pré-sal localizados na Bacia de Santos, no Brasil. Após a assinatura dos contratos, prevista para o próximo mês, a Shell pagará R$332,5 milhões do total de bônus de assinatura. Os planos para os blocos ainda serão definidos pela Shell e seus parceiros. 

As ofertas vencedoras da Shell no leilão de hoje incluem um bloco adjacente do campo de Gato do Mato, que já pertencia à Shell (operadora com 80% e Total 20%), uma área agora unitizada no campo de Sapinhoá (Petrobras operadora com 45%, Shell 30%, Repsol 25%) e uma nova área de Cabo Frio – o bloco Oeste (Shell operadora com 55%, Qatar Petroleum Inc. 25% e CNOOC Limited 20%). 

"Estamos muito felizes por expandir nosso número de campos operados no Brasil” disse Andy Brown, diretor de Upstream da Shell. “Essas propostas vencedoras foram enviadas após uma avaliação minuciosa e adicionamos áreas estratégicas ao nosso primeiro conjunto de opções globais de crescimento de águas profundas. Vamos determinar nossos próximos passos com foco no valor para a Shell e seus acionistas. Nossa experiência em águas profundas é adequada para as oportunidades que estão por vir", finaliza.

Antes do resultado desta licitação, a Shell havia declarado planos para investimentos de US$10 bilhões até o início de 2020 para os empreendimentos offshore já existentes no Brasil para, assim, apoiar o desenvolvimento de ativos em águas profundas como prioridade de crescimento na área de upstream. A Shell começou a trabalhar no âmbito de um contrato de compartilhamento de produção no Brasil em 2013, quando entrou no consórcio de Libra, liderado pela Petrobras. A história da Shell no Brasil tem mais de 100 anos com empresas em upstream e downstream.

A Shell foi pioneira na exploração e produção de águas profundas há 40 anos no Golfo do México (EUA) e, juntamente com seus parceiros no Brasil, a empresa combinará essa experiência para expandir sua produção offshore. No último trimestre, a Shell produziu mais de 710 mil boe/d em seu negócio de águas profundas no mundo, com aproximadamente 330 mil de boe/d no Brasil. Outros projetos de águas profundas da Shell estão no Golfo do México, na costa da Nigéria e na Malásia.

Notas para os editores:

  • Distâncias para a costa:
    Entorno de Sapinhoá: 310km
    Sul de Gato do Mato: 240km
    Alto de Cabo Frio Oeste: 160km
  • Áreas dos blocos:
    Entorno de Sapinhoá: 213.987km2
    Sul de Gato do Mato: 128.832km2
    Alto de Cabo Frio Oeste: 1383.00km2
  • A Shell opera dois FPSOs no Brasil e é parceira em outros 10 FPSOs, operados pela Petrobras.

 

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