Rio de Janeiro, 21 de outubro de 2016 – Neste final de semana, a comunidade quilombola da Rasa, em Búzios, será a anfitriã do 4º Evento Cultural Quilombola do QUIPEA (Quilombos no Projeto de Educação Ambiental), promovido pela Shell. Durante os dois dias, serão debatidas questões acerca da urbanização e do território quilombola, com uma grande troca de experiências culturais.

São esperados cerca de 2 mil convidados, entre representantes quilombolas do Rio de Janeiro e do Espírito Santo, integrantes das 21 comunidades que fazem parte do QUIPEA, além de autoridades de instituições e órgãos do governo.  

Cultura e resistência quilombola

No sábado, dia 22, representantes da comunidade anfitriã e de instituições como o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) participam de uma mesa redonda que discutirá temas relacionados à terra e urbanização.

Já domingo será marcado por uma série de atividades culturais, em que cada quilombo poderá mostrar um pouco de sua cultura, com apresentações de dança, mostra de artesanato e culinária típica.

“Além de debater questões que acometem todas as comunidades quilombolas, este encontro funciona como uma grande confraternização e é a chance que eles têm de compartilhar as melhores práticas que estão desenvolvendo em cada localidade. Além disso, é uma bela oportunidade de mantermos viva a herança da cultura negra no Brasil”, afirma a analista de Performance Social da Shell Brasil, Suely Ortega, responsável pelo QUIPEA.

Atividades programadas

Dia 22/10

Mesa-redonda com representantes do poder público e de instituições envolvidas com a causa quilombola.

Dia 23/10

Roda de Conversa dos Griôs Comunidades Graúna, Cacimbinha, Imbé, Machadinha, Preto Forro, Botafogo, Maria Romana, Maria Joaquina, Sobara - Apresentações de música e dança Comunidade Boa Esperança, Barrinha E Deserto Feliz - Apresentação de Jongo        

Comunidade Baia Formosa - Apresentação de Ciranda           

Comunidade da Rasa (Búzios) – Artesanato: Bonecas negras da Rasa

Comunidade Aleluia (Campos dos Goytacazes) – Artesanato: Bonecas e potes

Comunidade Batatal (Campos dos Goytacazes) – Artesanato: Garrafas decoradas

Comunidade Cambucá (Campos dos Goytacazes) – Culinária: Cocada e doces

Comunidade Boa Vista (Quissamã) – Culinária/Artesanato: Doces, pastel de nata e toalhinhas

Comunidade Bacurau (Quissamã) – Culinária: Doces, cocadas e pé de moleque

Comunidade Santa Luzia (Quissamã) – Culinária: Biscoito de polvilho, coloral e doce de abóbora

Comunidade Mutum (Quissamã) – Culinária: Queijo, rosquinha de polvilho e biju

Oficinas de trançado e de turbante

Sobre o QUIPEA

O QUIPEA é uma condicionante do licenciamento ambiental federal para as atividades de exploração e produção de petróleo e gás natural da companhia.

Com forte atuação na Bacia de Campos, a Shell escolheu trabalhar com as comunidades quilombolas pela presença importante na área de influência de suas operações, uma vez que é um território historicamente ocupado pelo trabalho escravo. A companhia identificou que essas comunidades são afetadas por impactos como migração interna, ocupação desordenada do solo urbano e pelo grande fluxo de pessoas em busca dos empregos e renda gerados pela indústria do petróleo, fatores que ameaçam a preservação dos sítios históricos naqueles municípios.

As comunidades que fazem parte do QUIPEA são: Baía Formosa e Rasa (Armação dos Búzios - RJ); Maria Joaquina, Botafogo, Preto Forro e Maria Romana (Cabo Frio - RJ); Sobara (Araruama - RJ); Boa Vista, Bacurau, Machadinha, Santa Luzia e Mutum (Quissamã - RJ); Aleluia, Batatal, Cambucá, Conceição do Imbé (Campos dos Goytacazes - RJ); Deserto Feliz e Barrinha (São Francisco de Itabapoana - RJ) ; Graúna (Itapemirim - ES); Boa Esperança e Cacimbinha (Presidente Kennedy - ES); todas certificadas pela Fundação Cultural Palmares.

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