Rio de Janeiro, 06 de dezembro de 2016 – O júri carioca do Prêmio Shell de Teatro se reuniu esta semana para eleger os espetáculos que completam a lista dos indicados à 29ª edição da premiação. “Os cadernos de Kindzu”, do grupo Amok, vai concorrer em três categorias: Direção, Ator e Música. O espetáculo se baseia em acontecimentos da viagem de um jovem que foge da violência de uma guerra civil.

Outras três obras também foram indicadas em mais de uma categoria, como é o caso de “Tran-se” (Ator e Figurino), “Cabeça [um documentário cênico]” (Autor e Música) e “Gritos” (Direção e Cenário). A homenagem da próxima edição do prêmio será ao Grupo Galpão pelos 35 anos de atuação na cena teatral brasileira. O projeto é um dos mais importantes do país e está intimamente ligado à tradição do teatro popular e de rua.

O júri do Rio de Janeiro é composto por Ana Achcar, Ana Luisa Lima, Bia Junqueira, Macksen Luiz e Moacir Chaves.

Segue abaixo a relação completa dos indicados do segundo semestre ao 29º Prêmio Shell de Teatro do Rio de Janeiro. Os vencedores serão conhecidos em cerimônia para entrega do troféu no primeiro trimestre de 2017.

Autor:

Felipe Vidal por “Cabeça [um documentário cênico]”
Grace Passô por “Vaga carne”

Direção:

Aderbal Freire-Filho por “A paz perpétua”
Ana Teixeira e Stéphane Brodt por “Os cadernos de Kindzu”
André Curti e Artur Luanda Ribeiro por “Gritos”

Ator:

Joelson Gusson por “Tran-se”
Marcos Caruso por “O escândalo de Philipe Dussart”
Thiago Catarino por “Os cadernos de Kindzu”

Atriz:

Fernanda Nobre por “O corpo da mulher como campo de batalha”
Vilma Melo por “Chica da Silva, o musical”

Cenário:

André Curti e Artur Luanda Ribeiro por “Gritos”
André Cortez por “Noés”

Figurino:

Marcelo Olinto por “A invenção do amor”
Paula Ströher por “Tran-se”

Iluminação:

Paulo Cesar Medeiros por “Imagina esse palco que se mexe”
Renato Machado por “Uma praça entre dois prédios próximo de um chaveiro, grafites na parede e uma árvore”

Música:

Luciano Moreira e Felipe Vidal por “Cabeça [um documentário cênico]”
Stéphane Brodt e atores por “Os cadernos de Kindzu”

Inovação:

“Rede Baixada em Cena” pelo movimento de discutir a criação estética e o poder de mobilização de 18 coletivos de 13 cidades da Baixada Fluminense.
“Grupo Teatro da Laje” pela criação da Escola de Teatro da Laje e residência artística na Arena Carioca Dicró em 2016.
“Projeto Ocupação Rio Diversidade” por fomentar a discussão em torno da identidade de gênero através do teatro.

A premiação

Os vitoriosos em cada categoria receberão uma escultura em metal do artista plástico Domenico Calabroni com a forma de uma concha dourada, inspirada no logotipo da Shell, e uma premiação individual de R$ 8 mil (oito mil reais).

Criado em 1989, o Prêmio Shell de Teatro é ponto de referência nos palcos brasileiros. É oferecido aos maiores destaques do ano, no Rio de Janeiro e em São Paulo separadamente, em nove categorias — Autor, Diretor, Ator, Atriz, Cenografia, Iluminação, Música, Figurino e Inovação.

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