Rio de Janeiro, 15 de Setembro de 2014 – A Shell teve participação destacada no primeiro dia da Rio Oil & Gas. Através do discurso do vice-presidente Comercial, de Desenvolvimento de Novos Negócios e de Gás Integrado de Upstream para as Américas, Jorge Santos Silva, e da palestra do vice-presidente de Exploração para as Américas, Mark Shuster, a Shell fez um balanço do setor energético nos últimos anos e comentou tendências para o mercado nas próximas décadas.

Os executivos, que foram acompanhados pelo Presidente da Shell Brasil, André Araujo, destacaram a grande oportunidade que o pré-sal representa para o país, ao mesmo tempo em que lembraram os principais desafios na exploração destes recursos.

Jorge Santos Silva celebrou o próspero cenário energético brasileiro e atentou para a importância da competitividade internacional e da sustentabilidade a longo prazo para a manutenção dos investimentos estrangeiros no país. Para garantir a atratividade, ele destacou a importância da estabilidade das rodadas de licitações: “É de interesse de todos que haja regularidade e previsibilidade das rodadas. A nossa indústria precisa pensar décadas à frente”, comentou.

O executivo também discutiu o grande potencial do pré-sal brasileiro, lembrando que estes recursos devem crescer dos 7% da produção brasileira em 2010 para 72% em 2020, e ressaltou os desafios que a exploração destes recursos representa. “A Shell está neste caminho e conhece bem os desafios. O Parque das Conchas, na bacia do Espírito Santo, foi o resultado de nove anos de esforços para explorar reservas extremamente desafiadoras, que exigiram o desenvolvimento bem sucedido e a implantação simultânea de várias novas tecnologias”, lembrou.

Com uma apresentação focada nas grandes mudanças no setor mundial de óleo e gás, Mark Shuster participou de uma plenária sobre autossuficiência norte-americana, o aumento de consumo na Ásia e as consequências na geopolítica energética mundial, em que destacou o aumento na demanda por energia que o crescimento populacional deverá trazer nas próximas décadas.

O executivo destacou o pré-sal brasileiro como uma das principais mudanças da indústria mundial nos últimos anos, disse que esta descoberta é potencialmente comparável à revolução do xisto norte-americana e apontou o desenvolvimento do conteúdo local como fundamental para que o país tire o maior proveito destes recursos. “Cerca de 30 % do custo total do projeto está relacionado à cadeia de suprimentos. Esta é uma grande oportunidade para fornecedores locais, mas precisamos de uma cadeia de suprimentos que forneça produtos e serviços de boa qualidade, de rápida resposta e com custo competitivo”, declarou.

Na terça-feira, às 11h30, o líder de Desenvolvimento Geofísico da Shell, Wenceslau Gouveia, participará da palestra Sistema de monitoramento sísmico permanente em Jubarte. Gouveia é líder de geofísica para os ativos de pré-sal da Shell e hidrocarbonetos de águas profundas – incluindo as equipes que trabalham no mega campo de Libra e nos campos Parque das Conchas e Bijupirá & Salema.

Com 101 anos de atividade contínua no Brasil, a Shell participa de seis concessões de exploração no país, sendo operadora em cinco delas. A companhia tem, ainda, participação (20%) no consórcio explorador de Libra, localizado no pré-sal da Bacia de Santos.

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