A Mata Atlântica é uma região de floresta tropical que se espalha por 4.000 Km² da costa brasileira. Essa é uma área importante, devido à rica biodiversidade, e também por ser uma fonte crucial de água potável para a população brasileira.  Uma das expedições oferecidas pela ONG ambiental Earthwatch, Conserving Brazil’s Atlantic Rainforest (Conservando a Mata Atlântica Brasileira), através do Project Better World, propõe-se a compreender e proteger a biodiversidade deste ecossistema único.

Durante sua expedição ao Brasil, James estudou aves nativas e suas rotas migratórias.
Durante sua expedição ao Brasil, James estudou aves nativas e suas rotas migratórias.

Trabalhos que abrem a mente

James Makinde, gerente de desenvolvimento de negócios para a Shell Nigeria Gas, se envolveu no Project Better World no Brasil, atraves do Earthwatch. Os dados que James e seus colegas voluntários coletaram no Brasil ajudarão cientistas a compreender melhor como as florestas tropicais reagem à influência humana.

"Estudamos os diferentes tipos de aves, tentando entender seus padrões migratórios, o tipo de comida que consomem e como isso influencia o tipo de vegetação encontrada no local, " explica James Makinde. "Aprender sobre essa inter-relação foi surpreendente." 

James cresceu na cidade de Lagos, na Nigéria, e diz que passou a maior parte da sua vida em áreas urbanas, mas tem acompanhado pesquisas ambientais com bastante interesse. A expedição lhe ensinou muito sobre o impacto humano no meio ambiente e o que podemos fazer para diminuir seus efeitos.

Mulher interage com várias meninas em um jardim de gramado verde.
A brasileira Luiza Corrêa interage com um grupo de garotas durante a sua experiência no Vale dos Deuses no Himalia através do Project Better World.

Uma brasileira no Himalaia

Também selecionada para atuar no Project Better World, a brasileira Luiza Corrêa trocou seu trabalho no Rio de Janeiro pelo Himachal Pradesh, o Vale dos Deuses no Himalaia. Lá, atuou ao lado de cientistas no estudo do impacto de agentes polinizadores em uma das principais fontes de renda da população local: o cultivo de maçãs.

“Foi uma experiência incrível”, recorda Luiza. “Há uma integração intercultural muito forte, já que você participa como voluntário em um projeto de pesquisa de um país diferente e ao lado de pessoas do mundo inteiro. Mas o mais importante é a oportunidade de participar de um projeto com ganhos significativos para o meio ambiente e para a comunidade local. Você vê de perto os efeitos negativos que causamos no clima e sente que pode fazer a diferença”.

Desde 1988, o  Project Better World da Shell tem oferecido aos funcionários a oportunidade de colaborar voluntariamente em programas ao redor do mundo, particularmente em expedições de pesquisas ambientais. Ele dá a funcionários como James e Luiza a chance de aprender e desenvolver novas capacidades, com os objetivos de promover o desenvolvimento sustentável e conscientizar sobre problemas sociais e ambientais.

O programa Earthwatch está causando impacto em todos os cantos do mundo

Trazendo o impacto de volta para casa

Para aqueles que participam das pesquisas feitas por voluntários, o impacto é inestimável. A Dra. Ana Paula Giorgi é a cientista que coordena os trabalhos do programa Earthwatch no Brasil.

"Acho muito interessante ter pessoas de tantos países e culturas diferentes trabalhando juntas e discutindo esses assuntos. É realmente uma experiência construtiva," afirmou. 

Os impacto do programa vai além do local da expedição, uma vez que os voluntários participantes, ao voltar para casa, podem conscientizar outras pessoas sobre problemas que viram de perto. 

"O programa não acaba aqui," adiciona Giorgi. "Eles [os voluntários] deixam o campo com um plano de ação que implementam em suas vidas e suas empresas. É muito empolgante para mim, não só como cientista, mas também como pessoa."

Na Nigéria, James Makinde trabalha duro para espalhar a mensagem em seu país. Ele ajudou a criar uma rede de funcionários da Shell Nigéria para promover a conscientização ambiental no país. A rede local – que atualmente está criando suas políticas -  é parte do Project Better World.

Earthwatch ao redor do mundo

Como parte da parceria da Shell com a Earthwatch, oferecemos aos nossos funcionários a oportunidade de fazer trabalhos voluntários em quatro programas diferentes: 

Programa Earthwatch Expedition – Funcionários da Shell aprofundam sua compreensão sobre questões ambientais contribuindo diretamente em pesquisas científicas. Os trabalhos são em várias partes do mundo, com foco em tópicos de pesquisa que interligam questões ambientais relevantes para a Shell. 

Programa Earthwatch Expedition Enhanced Learning – Este programa amplia ainda mais a experiência de aprendizado combinando uma expedição de pesquisa com sessões interativas dedicadas a inspirar, educar e capacitar funcionários da Shell como defensores da sustentabilidade.  Os participantes ampliam sua compreensão sobre questões de sustentabilidade e sobre a abordagem da Shell e, após o programa, aplicam as novas conceitos de liderança em ações sustentáveis. 

Earth Skills Network– Especialistas da Shell usam suas experiências para compartilhar conhecimentos e transferir capacidades-chave de negócio para pessoas que gerenciam áreas de proteção ambiental. Isto dá aos funcionários a oportunidade de aprimorar suas competências profissionais e ampliar sua compreensão sobre como as decisões de negócio podem impactar o meio ambiente.  

FreshWater Watch – Funcionários da Shell em Haia e Londres (Bangalore fará parte do projeto em breve) estão sendo treinados para coletar dados sobre qualidade de água doce, os quais irão ajudar cientistas a encontrar soluções para combater a degradação dos nossos ecossistemas de água doce.

Earthwatch em números

  • Até o momento, mais de 800 funcionários patrocinados pela Shell participaram dos programas Earthwatch Expeditions e Enhanced Learning.
  • Participaram funcionários de 49 países
  • Eles contribuíram cerca de 40.000 horas de coleta de dados
  • A parceria entre a Earthwatch e a Shell começou com 6 participantes em um programa piloto em 1998. Hoje, há mais de 200 vagas por ano para os funcionários
  • Além disso, 40 mentores de negócio no programa Earth Skills Network fizeram parcerias com 114 funcionários representando 39 organizações de áreas de proteção ambiental em 16 países africanos e 6 asiáticos.

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